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sábado, 28 de junho de 2014

No PAC, obras do trem-bala ‘estão em dia’

O governo federal anunciou ontem que 95,5% das obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foram concluídas até o fim de abril deste ano, consumindo R$ 871,4 bilhões em investimentos desde o início do governo Dilma Rousseff, em 2011.

Apesar dos números de sucesso divulgados ontem por cinco ministros do governo, o País passou os últimos quatro anos com uma média de crescimento inferior a 2% e uma inflação sempre rondando 6%.
De acordo com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, a “grave crise internacional” não pode ser desprezada. “O que estaria acontecendo com o Brasil e nossa economia se esses investimentos não tivessem sido feitos?”

Ela disse que as obras que estavam previstas para a Copa e que não foram entregues estão em andamento. “São obras para a população brasileira”, afirmou.

O Banco Central, por outro lado, estimou anteontem, no Relatório Trimestral de Inflação, que os investimentos na economia brasileira terão um recuo de 2,4% neste ano, ante uma previsão anterior, de março, de expansão de 1%. O relatório do PAC apresentado pelo governo ontem aponta as obras do Trem de Alta Velocidade (TAV) em São Paulo como “em dia”, apesar de o leilão ter sido cancelado três vezes desde 2010.

O trem-bala que ligaria Campinas-São Paulo-Rio de Janeiro era inicialmente previsto para estar pronto neste ano, a tempo da Copa do Mundo. Entre os avanços esperados pelo governo, destacados na cerimônia do programa de obras públicas, estão as concessões ao setor privado.

O ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, afirmou que investimentos de R$ 9,1 bilhões são esperados nos aeroportos de Galeão (RJ) e Confins (MG), que serão totalmente transferidos para mãos de consórcios de empresas privadas em agosto.

(João Villaverde, Eduardo Rodrigues, Nivaldo Souza e Anne Warth, Agência Estado)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Os bons companheiros

De "caçador de marajás" Fernando Collor transfigurou-se em caçador de jornalistas. Na CPI do Cachoeira seu alvo é Policarpo Jr., da revista Veja, a quem acusa de se associar ao contraventor "para obter informações e lhe prestar favores de toda ordem".

Collor calunia, covardemente protegido pela cápsula da imunidade parlamentar. Os áudios das investigações policiais circulam entre políticos e jornalistas - e quase tudo se encontra na internet.

Eles atestam que o jornalista não intercambiou favores com Cachoeira. A relação entre os dois era, exclusivamente, de jornalista e fonte - algo, aliás, registrado pelo delegado que conduziu as investigações.

Jornalistas obtêm informações de inúmeras fontes, inclusive de criminosos. Seu dever é publicar as notícias verdadeiras de interesse público. Criminosos passam informações - verdadeiras ou falsas - com a finalidade de atingir inimigos, que muitas vezes também são bandidos.

O jornalismo não tem o direito de oferecer nada às fontes, exceto o sigilo, assegurado pela lei. Mas não tem, também, o direito de sonegar ao público notícias relevantes, mesmo que sua divulgação seja do interesse circunstancial de uma facção criminosa.

Os áudios em circulação comprovam que Policarpo Jr. seguiu rigorosamente os critérios da ética jornalística. Informações vazadas por fontes diversas, até mesmo pela quadrilha de Cachoeira, expuseram escândalos reais de corrupção na esfera federal.

Dilma Rousseff demitiu ministros com base nessas notícias, atendendo ao interesse público.

A revista em que trabalha o jornalista foi a primeira a publicar as notícias sobre a associação criminosa entre Demóstenes Torres e a quadrilha de Cachoeira - uma prova suplementar de que não havia conluio com a fonte.

Quando Collor calunia Policarpo Jr., age sob o impulso da mola da vingança: duas décadas depois da renúncia desonrosa, pretende ferir a imprensa que revelou à sociedade a podridão de seu governo.

A vingança, porém, não é tudo.

O senador almeja concluir sua reinvenção política inscrevendo-se no sistema de poder do lulopetismo. Na CPI opera como porta-voz de José Dirceu, cujo blog difunde a calúnia contra o jornalista.

Às vésperas do julgamento do caso do mensalão, o réu principal, definido pelo procurador-geral da República como "chefe da quadrilha", engaja-se na tentativa de desqualificar a imprensa - e, com ela, as informações que o incriminam.

O mensalão, porém, não é tudo.

A sujeição da imprensa ao poder político entrou no radar de Lula justamente após a crise que abalou seu primeiro mandato.

Franklin Martins foi alçado à chefia do Ministério das Comunicações para articular a criação de uma imprensa chapa-branca e, paralelamente, erguer o edifício do "controle social da mídia".

A sucessão, contudo, representou uma descontinuidade parcial, que se traduziu pelo afastamento de Martins e pela renúncia ao ensaio de cerceamento da imprensa.

Dirceu não admitiu a derrota, persistindo numa campanha que encontra eco em correntes do PT e mobiliza jornalistas financiados por empresas estatais.

Policarpo Jr. ocupa, no momento, o lugar de alvo casual da artilharia dirigida contra a liberdade de informar.

No jogo da calúnia, um papel instrumental é desempenhado pela revista Carta Capital. A publicação noticiou falsamente que Policarpo Jr. teria feito "200 ligações" telefônicas para Cachoeira.

Em princípio, nada haveria de errado nisso, pois a ética nas relações de jornalistas com fontes não pode ser medida pela quantidade de contatos. Entretanto, por si mesmo, o número cumpria a função de arar o terreno da suspeita, preparando a etapa do plantio da acusação, a ser realizado pela palavra sem freios de Collor.

Os áudios, entretanto, evidenciaram a magnitude da mentira: o jornalista trocou duas - não 200 - ligações com sua fonte.

A revista não se circunscreveu à mentira factual. Um editorial, assinado por Mino Carta, classificou a suposta "parceria Cachoeira-Policarpo Jr." como "bandidagem em comum".

Editoriais de Mino Carta formam um capítulo sombrio do jornalismo brasileiro. Nos anos seguintes ao AI-5, o atual diretor de redação da Carta Capital ocupava o cargo de editor de Veja, a publicação em que hoje trabalha o alvo de suas falsas denúncias.

Os editoriais com a sua assinatura eram peças de louvação da ditadura militar e da guerra suja conduzida nos calabouços.

Um deles, de 4 de fevereiro de 1970, consagrava-se ao elogio da "eficiência" da Operação Bandeirante (Oban), braço paramilitar do aparelho de inteligência e tortura do regime, cuja atuação "tranquilizava o povo".

O material documental está disponível no blog do jornalista Fábio Pannunzio (http://www.pannunzio.com.br/), sob a rubrica Quem foi quem na ditadura.

Na Veja de então, sob a orientação de Carta, trabalhava o editor de Economia Paulo Henrique Amorim.

A cooperação entre os cortesãos do regime militar renovou-se, décadas depois, pela adesão de ambos ao lulismo.

Hoje Amorim faz de seu blog uma caixa de ressonância da calúnia de Carta dirigida a Policarpo Jr.

O fato teria apenas relevância jurídica se o blog não fosse financiado por empresas estatais: nos últimos três anos, tais fontes públicas transferiram bem mais de R$ 1 milhão para a página eletrônica, distribuídos entre a Caixa Econômica Federal (R$ 833 mil), o Banco do Brasil (R$ 147 mil), os Correios (R$ 120 mil) e a Petrobrás (que, violando a Lei da Transparência, se recusa a prestar a informação).

Dilma não deu curso à estratégia de ataque à liberdade de imprensa organizada no segundo mandato de Lula.

Mas, como se evidencia pelo patrocínio estatal da calúnia contra Policarpo Jr., a presidente não controla as rédeas de seu governo - ao menos no que concerne aos interesses vitais de Dirceu.

A trama dos bons companheiros revela a existência de um governo paralelo, que ninguém elegeu.



Por Demétrio Magnoli

sábado, 28 de abril de 2012

PT jogando para a platéia. COMO SEMPRE


O PT como sempre faz, está jogando para a platéia na CPI do Cachoeira.

Após fazer todo o estardalhaço inicial, arrefeceu os ânimos.

A prova?

Dos todos os 163 requerimentos protocolados na comissão, nenhum é assinado por integrantes do PT.

Algum petista pode explicar o que está ocorrendo??

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Votação da urgência do PL 19.779/2012 - Veja o que aconteceu


A Assembleia Legislativa da Bahia aprovou, na noite de ontem, o Projeto de Lei 19.778, que define os vencimentos para os professores a partir de 1º de maio, por 33 votos a 19, com a abstenção anunciada do PCdoB e os votos contrários dos deputados de oposição e dos governistas Luiza Maia (PT) e Capitão Tadeu (PSB). A proposição fixa o vencimento do professor 40 horas nível 1 em R$ 1.659,94, R$ 208,94 acima do piso nacional.
 
Os deputados entraram ontem pela noite apreciando outro projeto do governo que trata do magistério público. Os professores da rede pública, que se encontram em greve e acampados no Salão Nestor Duarte, acompanharam de perto o processo de votação e os debates intensos entre os parlamentares, lotando as galerias e o plenarinho.
 
Durante toda a sessão, oposição e sindicalistas pediam um reajuste de 22,22% para toda a categoria, com base em um acordo assinado em novembro do ano passado, entre APLB-Sindicato e representantes do governo, que estabelecia o mesmo índice de reajuste que fosse concedido para o piso nacional. Até a assinatura do acordo, tramitava no Congresso projeto de lei aprovado por unanimidade na Câmara estabelecendo o INPC como índice de reajuste do piso nacional. No mês seguinte, o Senado alterou para o mesmo índice que regula o Fundeb e o que seria um reajuste de 6,5% passou para 22%. Se fosse concedido esse percentual, só este ano haveria um aumento na folha de pagamentos do Estado superior a R$ 400 milhões.
 
"Não temos como, não podemos e não vamos aprovar um reajuste com este", afirmou o líder governista, Zé Neto (PT), que enfatizou ser a Bahia um dos nove estados que vem conseguindo pagar o piso nacional e que tem o sexto melhor salário para o magistério em todo o país. Ao relatar a matéria em plenário, o deputado João Bonfim (PDT) rejeitou as emendas e votou pela aprovação do texto original.
 
O líder da oposição, Paulo Azi (DEM), ocupou a tribuna para afirmar que o índice de reajuste de 4%, além de irrisório, beneficia apenas cerca de dez mil professores, "apenas 1/3 da categoria". Sandro Régis (PR), por sua vez, garantiu que o governo tem recursos para conceder o reajuste pretendido pelos servidores, mas não o faz por não ter a educação como prioridade. Bruno Reis (PRP), Elmar Nascimento (PR), Luciano Simões (PMDB) e Targino Machado (PSC), Carlos Geilson (PTN) e Tadeu também se revezaram na tribuna para ampliar o debate.



NÃO-LICENCIADOS

Até o fechamento desta edição, às 23h50, os parlamentares continuavam discutindo no plenário a última proposição da pauta, o PL 19.779, que trata da carreira dos professores não-licenciados. Designado para relatar a matéria pelo presidente Marcelo Nilo (PDT), o deputado Gildásio Penedo (PSD) votou pela aprovação com alteração de sua lavra, sendo aprovado por maioria. A proposta governamental excepcionaliza a carreira, com a extinção dos cargos à medida que vagarem. Atualmente, existem pouco mais de cinco mil destes profissionais, sendo que, aproximadamente, a metade está em regência de classe, segundo Gildásio.
Para Paulo Azi, o projeto é simplesmente inconstitucional e deveria ser retirado de pauta por transformar a remuneração em subsídio. "O governo não se preocupa em ler a Constituição", provocou, afirmando que ao vedar o acréscimo do adicional por tempo de serviço, atingiu dispositivo previsto na Lei Maior do estado. Para Gildásio, no entanto, a substituição de vencimento por subsídio está sendo feita em todos os estados e se baseia no fato de que o Supremo Tribunal Federal firmou entendimento de que o piso nacional refere-se ao vencimento, sem os acréscimos. Historicamente, a totalidade da remuneração, com abonos, gratificações e adicionais era computada para estabelecer o mínimo. Segundo ele, não haverá perdas e os direitos dos professores estarão garantidos. O professor não-licenciado 40 horas vai passar a receber R$ 1.659,70, a partir de maio.

Por Assessoria de Comunicação Social - ALBA

AP Comenta 

É bom guardar o nome dos deputados que sempre se arvoram como "legítimos defensores das causas populares" e quando o povo precisa deles, eles votam conforme lhes manda o governador Jaques Wagner, outro que fez sua carreira através das greves e lutas por melhores condições para o povo, e hoje no poder, demonstra que só se preocupa com o bolso dele e dos asseclas.

Segue abaixo a lista dos traidores dos professores baianos:


NOME PARTIDO
ADERBAL CALDAS PP
ADOLFO MENEZES PSD
ALAN SANCHES PSD
ÁLVARO GOMES PC do B
ANGELA SOUSA PSD
ANGELO CORONEL PSD
BIRA CORÔA PT
CACÁ LEÃO PP
CARLOS BRASILEIRO PT
CARLOS UBALDINO PSD
CLAUDIA OLIVEIRA PSL
DELEGADO DERALDO DAMASCENO PSL
EURES RIBEIRO PV
FABRÍCIO FALCÃO PC do B
FÁTIMA NUNES PT
GILDÁSIO PENEDO FILHO PSD
IVANA BASTOS PSD
J. CARLOS PT
JOSEILDO RAMOS PT
KELLY MAGALHÃES PC do B
LUCIANO SIMÕES PMDB
LUIZ AUGUSTO PP
LUIZA MAIA PT
MARCELINO GALO PT
MARIA LUIZA PSD
MARIA LUIZA LAUDANO PSD
MÁRIO NEGROMONTE JÚNIOR PP
NEUSA CADORE PT
PASTOR JOSÉ ARIMATÉIA PRB
PASTOR SGT ISIDÓRIO PSB
ROBERTO CARLOS PDT
ROGÉRIO ANDRADE PSD
RONALDO CARLETTO PP
ROSEMBERG PINTO PT
SIDELVAN NOBREGA PRB
YULO OITICICA PT
ZÉ NETO PT
ZÉ RAIMUNDO PT



sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Emendas dos deputados estaduais baianos ao orçamento 2012

Estamos aguardando a publicação das emendas parlamentares dos deputados ao orçamento estadual baiano.

Assim que elas forem publicadas faremos o levantamento das emendas dos deputados aos municípios da nossa região e comprovar se eles estão realmente fazendo valer os votos que receberam nas nossas cidades.

Aderbal Caldas foi desmentido em suas emendas para o município de Gandu, apesar de toda uma defesa exarcebada e sem escrúpulos de um blog ganduense.

Assim como Euclides Fernandes em Ipiaú, cidade onde obteve a terceira maior votação e não correspondeu em emendas no orçamento.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Ipiaú: A mentira da Educação

 

 

A população de Ipiaú foi informada que as aulas na rede municipal de ensino terão início no dia 10/03/2011 por conta das “reformas gerais” que estão sendo executadas em TODAS as escolas municipais.

Consideramos isso uma MENTIRA.

E vamos explicar.

Com o início das aulas em 10 de março (Não por acaso é o dia que entra a primeira parcela do FPM), o alcaide não precisa pagar os salários do mês de fevereiro da maioria dos professores do município, que são aqueles professores contratados temporariamente.

E o dinheiro que vem para pagamento do professores é creditado INTEGRALMENTE em Fevereiro.

Então, este é um dinheiro que “sobra” para o prefeito aplicar onde quiser (Deveria ser na Educação).

E os alunos são prejudicados, porque com as aulas começando 10 de Março (Quinta-feira, ???!!!), os 200 dias letivos exigidos por lei não serão cumpridos, pois as datas não serão suficientes para tal.

Para quem quiser comprovar sobre salários pagos pela Prefeitura de Ipiaú, é só clicar AQUI. Você será direcionado para a página do TCM, onde as informações podem ser acessadas.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Samu–Ipiaú

 

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Conforme  a foto acima e a propaganda que foi feita pelas ruas da cidade, Ipiaú já tem o SAMU, né?

Se eu precisar de uma ambulância em caráter de urgência, para qual número devo ligar?

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Nobal da Paz para o Lula?? Não… O Nobel do Cinismo é o ideal…

 

Lula palhaço

Na entrevista coletiva que deu quando votava no dia 31/10, Lula disse a seguinte frase:

“A agressividade dos tucanos à companheira Dilma Rousseff é uma coisa que eu imaginava que já tivesse terminado na política brasileira. Fui candidato cinco vezes, perdi três, e vocês nunca me viram com a agressividade dessa campanha”.

Só pra refrescar a memória do presidente:

Em 1988 ele chamou José Sarney de “ladrão”;

Em 1989, chamou Fernando Collor de “corrupto”;

Em 1994 e 1998, disse que Fernando Henrique Cardoso era um “estelionatário eleitoral”;

Em 2002 disse que Serra era “capacho”;

Em 2006, afirmou que Geraldo Alckmin era “oportunista”;

E agora em 2010, chamou José Serra de “mentiroso”.

 

Será que ele acha que TODOS são ignorantes e sem memória IGUAIS aos seus eternos eleitores??

Promessa de Dilma para 10 áreas

 

DESENVOLVIMENTO SOCIAL

- Eliminar a pobreza extrema até 2014: pelo último dado disponível, de 2008, 10,5% dos brasileiros estão nessa situação (rendimento médio familiar per capita de até um quarto do salário mínimo)
- Ampliação do Bolsa Família: ampliar o acesso das 12,7 milhões de famílias beneficiárias do programa a outras políticas públicas
- Assegurar acesso à água potável a todas as famílias em situação de pobreza
- Erradicação do trabalho infantil: segundo o IBGE, 5% das crianças de 5 a 14 anos trabalham no país, 1,6 milhão entre 33 milhões

EDUCAÇÃO

- Criar escolas técnicas nos municípios com mais de 50 mil habitantes e em polos regionais
- Construir 6.000 creches e pré-escolas no país
- Investir 7% do Produto Interno Bruto em educação: índice de 2007 estava em 5,1%, de acordo com o Ministério da Educação
-
Adaptar o modelo do ProUni ao ensino médio, financiando a migração de jovens talentosos que hoje estão no ensino público para o ensino particular

SAÚDE

- Criar 500 UPAs (Unidades de Pronto Atendimento): das 500 prometidas por Lula até o fim de seu governo, apenas 200 estarão prontas até o fim de 2010, segundo o Ministério da Saúde.
- Incluir
remédios contra diabetes e hipertensão na lista de medicamentos gratuitos da rede pública
- Ampliar os programas Brasil Sorridente (ações em saúde bucal), Saúde da Família e Samu
- Criar o cartão do SUS (Sistema Único de Saúde), proposta do governo FHC que não chegou a ser implementada. Cartão armazenaria dados sobre saúde do usuário, melhorando gestão do sistema

SEGURANÇA

- Expandir para o país o modelo das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), projeto do governo do Rio de Janeiro de ocupação de favelas para controle do tráfico de drogas
- Ampliar os programas Pronasci (Programa Nacional de Segurança com Cidadania), Territórios da Paz e Bolsa-Formação
-
Comprar dez Vants (Veículo Aéreo Não Tripulado) para monitoramento de fronteiras
- Implantação de 2.883 postos de polícia comunitária

ECONOMIA

- Manter o tripé da política econômica: metas de inflação, câmbio flutuante e superávits fiscais primários
- Empreender ações para redução de juros, que incluem a redução da dívida pública para 30% do PIB: índice hoje está em torno de 45%
-
Promover desoneração tributária: reduzir impostos sobre investimentos, folha de pagamentos das empresas, remédios, energia elétrica, saneamento, empresas de transporte urbano
-
Criação de ministério para a micro e pequena empresa

AMBIENTE E ENERGIA

- Reduzir o desmatamento em 80% na Amazônia e em 40% no Cerrado, metas previstas no programa de mudanças climáticas apresentado em 2009 na Conferência de Copenhague
- Enfatizar produção de energia renovável e de biocombustíveis
- Diminuir a emissão de gases estufa em 39% até 2020, outro compromisso assumido pelo Brasil em Copenhague
- Investir no potencial hidrelétrico do país

CULTURA

- Instituir o Vale-Cultura, subsídio de R$ 50 para atividades culturais para trabalhadores que recebam até cinco salários mínimos
-
Ampliar linhas de financiamento do BNDES para a cultura
- Incentivar a descentralização da produção cultural no país
- Fortalecer o Sistema Nacional de Cultura

HABITAÇÃO E URBANIZAÇÃO

- Alcançar a meta de construir 2 milhões de casas pelo programa Minha Casa, Minha Vida: segundo balanço oficial do programa, 681 mil unidades já foram contratadas, e 280 mil deverão ser ehtregues até o final de 2010
- Incluir móveis e eletrodomésticos nos financiamentos do Minha Casa. Minha Vida
- Investir, pelo PAC 2, R$ 12 bilhões em drenagem e contenção de encostas
- Aplicar R$ 34 bilhões em obras de saneamento e de abastecimento de água

ESPORTE

- Implantar ou reformar quadras esportivas em 10 mil escolas públicas
- Construir 800 complexos de esporte e lazer no país
- Ampliar o programa Bolsa Atleta
- Implantar ações de valorização do profissional de educação física

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

- Quadruplicar o número de mestres e doutores no país
- Promover inclusão digital por meio da extensão da banda larga a todo o país
- Ampliar o registro de patentes
- Privilegiar pesquisas em setores como biotecnologia, nanotecnologia, tecnologia da informação e produção de medicamentos

 

Vamos ver em 2014 se 30% destas promessas estarão cumpridas e/ou se “maquiarão” os números, assim como fizeram com o malfadado PAC.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

A verdade sobre a “privatização”da Vale. Ou: O PT mente, como sempre…

 

Meu respeito intelectual pelo deputado Ivan Valente (SP), do PSOL, é zero. Costumo pensar o contrário do que ele pensa. Já debatemos na Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Saiu faísca. Quando ouço um socialista falar, penso sempre que eu tinha, aos 16 anos, argumentos melhores do que eles têm hoje. Tenho desprezo intelectual, mas não desprezo político. O Valente é coerente. Deixou o PT para fundar esse oximoro, o PSOL (Partido do Socialismo e Liberdade, como se raposa e galinha andassem de braços dados). Tudo bem. Ele crê naquelas coisas. Por isso, em 2007, Valente propôs um decreto legislativo para fazer um plebiscito que perguntaria aos brasileiros se eles eram ou não favoráveis à reestatização da Vale do Rio Doce, que TEVE PARTE DA AÇÕES — SÓ PARTE — PRIVATIZADA EM 1997.

A quem cabia dar seqüência ao pedido? O primeiro crivo era da Comissão de Assuntos Econômicos da Câmara. O relator da proposta de Valente foi o deputado José Guimarães (PT-CE), irmão do deputado José Genoino (SP). Pois bem: ali estava uma chance de ouro. Se o que se chama — erradamente, diga-se — de privatização da Vale era um mal, que se tentasse fazer o plebiscito. Dada a satanização do processo feita pelo pelo PT, seria bico ganhar.

Quem assiste hoje ao horário eleitoral do PT e viu a performance de Dilma com as “artistas” no Rio, naquele showroom de pelanca, botox e dinossauros financiado com dinheiro público, deve imaginar: “O partido de Lula não perdeu a chance e tentou reestatizar a Vale”. Não!!! Eles podem não ter caráter, mas não são burros. Já Valente, olhem que possível elogio, pode ser o contrário…

Por que, apesar de todos os seus equívocos, apesar de ter se juntado agora a Dilma, um Ivan Valente ainda consegue valer mais do que qualquer petista? Falando em nome do PT, José Guimarães fez uma defesa da “privatização da Vale” que nenhum tucano conseguiu fazer, não com tanta clareza. Publico a íntegra do seu relatório no pé deste post. Vai ficar imenso, mas é bom as coisas circulem jutas. Vocês vão ficar estarrecidos. Seguem alguns destaques. As perguntas são minhas. Extraio as respostas do relatório feito pelo petista.

A privatização fez mal ou bem à Vale?
O petista responde, em nome do seu partido:

“De fato, pode-se verificar que a privatização levou a Vale a efetuar investimentos numa escala nunca antes atingida pela empresa, graças à eliminação da necessidade de partilhar recursos com o Orçamento da União, o que, naturalmente, se refletiu em elevação da competitividade da empresa no cenário internacional e permitiu a série de aquisições necessárias para o crescimento do conglomerado minerador a nível internacional.”

O Estado brasileiro mantém poder de interferência na Vale?
O petista responde em nome do seu partido:
“Com efeito, o Conselho de Administração da Vale é controlado pela Valepar S.A, que detém 53,3% do capital votante da empresa (33,6% do capital total). Por sua vez a constituição acionária da Valepar é a seguinte: Litel/Litela (fundos de investimentos administrados pela Previ) com 58,1% das ações, Bradespar com 17,4%, Mitsui com 15,0%, BNDESpar com 9,5%, Elétron (Opportunity) com 0,02%.”

A Vale não foi desnacionalizada?
O petista responde em nome do seu partido:

“Se forem consideradas as ações da Previ (cuja diretoria é indicada pela União) e do BNDES como de influência direta do governo federal, este gerencia, por posse ou indicação, cerca de 41% do capital votante (incluindo participações externas à Valepar). Incluindo-se, ainda, a participação do Bradesco e dos investidores brasileiros, cerca de 65% do capital votante da empresa se encontram no País.”

O Brasil teve prejuízo com a privatização da Vale?
O petista responde em nome do seu partido:
“Após a  privatização, e em conseqüência do substancial aumento dos preços do minério de ferro, a Vale fez seu lucro anual subir de cerca de 500 milhões de dólares em 1996 para aproximadamente 12 bilhões de dólares em 2006. (…)De fato, em 2005, a empresa pagou 2 bilhões de reais de impostos no Brasil,cerca de 800 milhões de dólares ao câmbio da época, valor superior em dólares ao próprio lucro da empresa antes da privatização.”

E para o emprego? Foi bom?
O petista responde em nome do seu partido.
“O número de empregos gerados pela companhia também aumentou desde a privatização - em 1996, eram 13 mil e, em 2006, já superavam mais de 41 mil. Ademais, a União, além de ser beneficiária desses resultados através do BNDES, de fundos de previdência de suas estatais e de participação direta, ainda viu a arrecadação tributária com a empresa crescer substancialmente.”

Então vamos reestatizar tudo?
O petista responde em nome do seu partido: “Assim, é de difícil sustentação econômica o argumento de que houve perdas para a União. Houve ganhos patrimoniais, dado o extraordinário crescimento do valor da empresa; houve ganhos arrecadatórios significativos, além de ganhos econômicos indiretos com a geração de empregos e com o crescimento expressivo das exportações. A rigor, a União desfez-se do controle da empresa, em favor de uma estrutura de governança mais ágil e moderna, adaptando a empresa à forte concorrência internacional, mantendo expressiva participação tanto nos ganhos econômicos da empresa, como na sua própria administração.”
(…)
Pelas razões expostas, votamos pela rejeição do Projeto de Decreto

Voltei
Vocês entendem por que, ao meu desprezo intelectual pelos petistas, junto o desprezo político? Entenderam por que os considero piores e mais perigosos do que a média dos políticos? Porque eles querem um país sem memória. O partido que não quis nem mesmo levar adiante uma possibilidade remota de plebiscito (e fez bem porque era mesmo uma loucura); o partido capaz de exaltar o que se chamou privatização da Vale como nem o PSDB conseguiu fazer; o partido que reconhece que a empresa traz hoje muito mais benefícios ao país e aos trabalhadores do que quando era estatal (e isso é verdade, também, na telefonia, por exemplo, que só faz mal ao jornalismo hoje),  esse mesmo partido é capaz de fazer uma campanha vigarista, mentirosa, safada, contra as privatizações.

Por que o que vai acima não é levado ao ar no horário eleitoral do PSDB? Não me perguntem. Seu eu fosse do PSDB, responderia. Mas, como vêem, temos naturezas um tanto distintas. Eles são muito amoráveis para o meu gosto. Multipliquem este post. Revelem quem é essa gente. Pouco importa quem vença as eleições, o Brasil, de um jeito ou outro, continua. Segue a íntegra do relatório do petista José Guimarães.

*

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO No 374, DE 2007

Dispõe sobre a realização de plebiscito acerca da retomada do controle acionário da Companhia Vale do Rio Doce pelo Poder Executivo.

Autor: Deputado IVAN VALENTE

Relator: Deputado JOSÉ GUIMARÃES

I - RELATÓRIO

Trata-se de projeto de decreto legislativo que determina que o Tribunal Superior Eleitoral faça realizar, em todo o Território Nacional, um censo plebiscitário com a finalidade de recolher manifestação, favorável ou contrária, dos cidadãos, acerca da retomada do controle acionário da Companhia Vale do Rio Doce pelo Poder Executivo da União. Justifica o ilustre Autor que o processo de privatização da Companhia Vale do Rio Doce caracterizou apropriação do patrimônio do povo brasileiro por particulares e deve ser revertido em nome do controle público sobre os recursos naturais essenciais para o crescimento do país e para a manutenção de sua soberania. A matéria ainda será apreciada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania É o relatório.

II - VOTO DO RELATOR

Cabe à Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio proferir parecer sobre o mérito econômico da matéria em tela. Nesse sentido, do ponto de vista econômico, o primeiro foco de análise deveria se concentrar sobre a questão de se seria ou não um bom negócio para a economia brasileira reverter a privatização da Vale. Cabe ressaltar que tais considerações envolvem argumentações técnicas de relativa profundidade, que dificilmente poderiam ser abordadas de maneira completa em um debate público, no calor de um processo eleitoral plebiscitário, eivado de argumentos simbólicos e simplistas que, muitas vezes, podem distorcer aspectos econômicos de maior complexidade.

Isto posto, de forma preliminar, é preciso considerar que a Companhia Vale do Rio Doce é um dos orgulhos nacionais desde a sua fundação e em muito contribuiu para o desenvolvimento do País. Com efeito, trata-se da segunda maior mineradora do mundo e da maior empresa privada do Brasil. É a maior produtora de minério de ferro e de pelotas do mundo e a segunda maior de níquel. A Vale destaca-se ainda na produção de manganês, cobre, bauxita, caulinita, carvão, cobalto, platina, alumina e alumínio. A dimensão dos seus negócios a credencia como uma das grandes empresas mundiais, cujos negócios provocam desdobramentos não só na economia brasileira, mas na economia global.

De fato, desde sua criação, no Governo Vargas, a Vale se organizou como uma empresa de economia mista, caracterizada pela participação de sócios privados e do setor público em forma de sociedade aberta, com o controle acionário majoritário nas mãos da União. Hoje, a Vale é uma empresa privada de capital aberto, com sede na cidade do Rio de Janeiro, com ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), inclusive integrando o Índice Dow Jones, indicando que seu desempenho econômico influencia diretamente um dos mais importantes indicadores da economia mundial.

Ao final de 2006, a Vale anunciou a incorporação da INCO canadense, a maior mineradora de níquel do mundo, operação de aquisição que foi efetivada no decorrer de 2007, sob forte esquema de engenharia financeira internacional. Após essa incorporação, formou-se um novo conglomerado empresarial - CVRD Inco, cujo valor de mercado em 2008 foi estimado em 196 bilhões de dólares pela consultoria Economática, perdendo no Brasil apenas para a Petrobrás (287 bilhões) e se tornando a 12º maior empresa do mundo.

Não há como negar que a mudança das características societárias da Companhia Vale do Rio Doce foi passo fundamental para estabelecer uma estrutura de governança afinada com as exigências do mercado internacional, que possibilitou extraordinária expansão dos negócios e o acesso a meios gerenciais e mecanismos de financiamento que em muito contribuíram para este desempenho e o alcance dessa condição concorrencial privilegiada de hoje. De fato, pode-se verificar que a privatização levou a Vale a efetuar investimentos numa escala nunca antes atingida pela empresa, graças à eliminação da necessidade de partilhar recursos com o Orçamento da União, o que, naturalmente, se refletiu em elevação da competitividade da empresa no cenário internacional e permitiu a série de aquisições necessárias para o crescimento do conglomerado minerador a nível internacional.

A despeito das mudanças societárias terem sido favoráveis aos negócios da empresa, ainda persiste muita controvérsia sobre os ganhos do setor público com o processo. Nesse sentido, é preciso destacar que a União, apesar da perda do controle gerencial, ainda permanece um importante acionista da Companhia. Com efeito, o Conselho de Administração da Vale é controlado pela Valepar S.A, que detém 53,3% do capital votante da empresa (33,6% do capital total). Por sua vez a constituição acionária da Valepar é a seguinte: Litel/Litela (fundos de investimentos administrados pela Previ) com 58,1% das ações, Bradespar com 17,4%, Mitsui com 15,0%, BNDESpar com 9,5%, Elétron (Opportunity) com 0,02%.

Se forem consideradas as ações da Previ (cuja diretoria é indicada pela União) e do BNDES como de influência direta do governo federal, este gerencia, por posse ou indicação, cerca de 41% do capital votante (incluindo participações externas à Valepar). Incluindo-se, ainda, a participação do Bradesco e dos investidores brasileiros, cerca de 65% do capital votante da empresa se encontram no País.

Nesse sentido, não só a influência da União nos destinos da empresa é ainda muito grande, como sua participação nos lucros da empresa é muito significativa, especialmente se for avaliado que, após a  privatização, e em conseqüência do substancial aumento dos preços do minério de ferro, a Vale fez seu lucro anual subir de cerca de 500 milhões de dólares em 1996 para aproximadamente 12 bilhões de dólares em 2006.

O número de empregos gerados pela companhia também aumentou desde a privatização - em 1996, eram 13 mil e, em 2006, já superavam mais de 41 mil. Ademais, a União, além de ser beneficiária desses resultados através do BNDES, de fundos de previdência de suas estatais e de participação direta, ainda viu a arrecadação tributária com a empresa crescer substancialmente.

De fato, em 2005, a empresa pagou 2 bilhões de reais de impostos no Brasil,cerca de 800 milhões de dólares ao câmbio da época, valor superior em dólares ao próprio lucro da empresa antes da privatização.

Assim, é de difícil sustentação econômica o argumento de que houve perdas para a União. Houve ganhos patrimoniais, dado o extraordinário crescimento do valor da empresa; houve ganhos arrecadatórios significativos, além de ganhos econômicos indiretos com a geração de empregos e com o crescimento expressivo das exportações. A rigor, a União desfez-se do controle da empresa, em favor de uma estrutura de governança mais ágil e moderna, adaptando a empresa à forte concorrência internacional, mantendo expressiva participação tanto nos ganhos econômicos da empresa, como na sua própria administração.

E tal processo foi, inegavelmente, bem-sucedido. Diante dos fatos, consideramos que a proposta de submeter a reversão de um processo econômico desta natureza e desta monta é desprovido de sentido econômico e pode trazer sérios prejuízos à própria empresa e a seus acionistas, entre os quais se inclui, como exposto, o próprio interesse da União.

Pelas razões expostas, votamos pela rejeição do Projeto de Decreto Legislativo nº 374, de 2007.
Sala da Comissão, em de de 2009.

Deputado JOSÉ GUIMARÃES
Relator

 

By: Reinaldo Azevedo

domingo, 10 de outubro de 2010

Programa de Governo de Dilma é o PNDH3

 

Lembram do PNDH3? Vejam o que fala dele Nilmário Miranda. (Clique AQUI para saber que é Nilmário)

 

 

Não lembra o que é o PNDH3?

Então leia AQUI, AQUI e AQUI

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Quem tem Lula como professor, não poderia fazer outra coisa a não ser…MENTIR

 

 

Alguns blogs evangélicos estão denunciando a distribuição de um jornal no nordeste brasileiro, que contém supostas mensagens de apoio à candidatura de Dilma Roussef.

Entre estas mensagens encontra-se uma que teria sido dita pela cantora gospel Cassiane.

Mas a cantora Cassiane NÃO DECLAROU SEU VOTO.

Leia mais AQUI

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Olha aí a mentira

 

lula_pinoquio

Quando o presidente Lula diz que o povo brasileiro quer a continuidade, ou seja, quer que a “companheira Dilma” seja eleita presidente, ele está, no mínimo, faltando com a verdade.

Senão, vejamos.

Somos 135.804.043 eleitores.

47.651.434 votaram na “companheira”.

Então, apenas 35% do eleitorado TOTAL quer a continuidade, ou seja, quase 2/3 da população, NÃO quer que este governo continue.

Agora vem a pergunta:

De onde vem os 75% de “aprovação” do Presidente, se a população não quer que seu governo continue?

Quem souber a resposta, por favor, nos envie…

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Paulo Henrique Amorim apelou de vez



Vejam um exemplo do MAU jornalismo.

Que Paulo Henrique Amorim é um defensor inconteste de Lula & Aliados, ninguém duvida.

Mas usar de FALSAS informações para acusar José Serra, é, no mínimo, mau caratismo.

Senão vejamos.

PHA coloca em seu site a seguinte manchete: "O ataque de Serra a Heliópolis é um ataque a nordestinos que não votam em São Paulo.

E coloca os seguintes dados:

. Heliópolis é a maior favela de São Paulo e a segunda (a primeira é a Rocinha) do Brasil e da América Latina

. Heliópolis tem 125 mil habitantes

. 52% tem entre 0 e 25 anos

. A cada 10 adolescentes de Heliópolis, 6 estão desempregados e 4 não frequentam a escola.

. 91% dos moradores de Heliópolis são nordestinos.

. Desses, só 10% votam em São Paulo.

. No dia da eleição, eles justificam o voto.

E coloca o site da UNAS, como fonte. (site da comunidade de Heliópolis)

Mas ao entrar no referido site, SURPRESA, as "informações" passadas por PHA sobre eleitores não aparecem em nenhuma página do site.

Lá está escrito:

"Heliópolis está instalada em uma área de 1 milhão de m2 e tem uma população de aproximadamente 120 mil habitantes e destes 91% são de origem nordestina e 52% estão na faixa etária entre 0 a 25 anos, é a maior favela de São Paulo e a segunda maior do Brasil e da América Latina."


Ele tenta politizar um fato que é pura e exclusivamente da alçada policial, visto que a manifestação estava destruindo bens públicos e privados.

PHA sabe que a maioria das pessoas que acessam seu blog, acreditam em tudo o que ele diz e não procuram a veracidade da informação.

Em pouco tempo, essa matéria produzida por ele vai estar em vários blogs que também não se preocupam em checar a veracidade das informações.

Com isso a Lei de Goebbels continua viva.


QUAERE VERUM !!!!!



terça-feira, 25 de agosto de 2009

Registros podem confirmar reunião entre Lina e Dilma

Assessores diretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, desmentiram nesta terça-feira o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da presidência da República e garantiram existir listas de papel que poderiam comprovar um eventual encontro da ministra com a então secretária da Receita Federal, Lina Vieira.

Na última sexta, o GSI informou que as câmeras de vigilância do Palácio do Planalto têm gravações feitas umas por cima das outras em um prazo médio de 30 dias, o que inviabilizaria qualquer tipo de comprovação da possível reunião.

De acordo com auxiliares de Lula, a regra é que toda pessoa que chegue ao Palácio do Planalto tenha seu nome registrado em uma tabela com informações do horário, data, local da reunião (seja ela agendada ou não), além do nome do funcionário que autorizou que o visitante a entrar nas instalações da presidência da República. O controle seria válido para qualquer pessoa, incluindo ministros de Estado e o próprio presidente Lula.

A ex-chefe do Fisco sustenta a tese de que Dilma a teria convocado para o Planalto e pedido que fossem agilizadas e "encerradas" investigações contra empresas ligadas à família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Dilma Rousseff nega ter se encontrado com Lina Vieira e ter feito qualquer pedido dessa natureza.

Fonte: Portal Terra