quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

50 CONSELHOS PARA OS POLÍTICOS

 

Estes conselhos foram publicados pelo César Maia(!!??) há uns meses.

Como 2010 está aí, e é ano de eleição, vale o replay…

 

  1. Nunca mude de personagem.
  2. Não fale mal de seu adversário na frente da família. Ela nunca entenderá quando for seu parceiro.
  3. Nunca minta. Fale o necessário.
  4. Mais importante que ganhar eleição é seu antagônico perder. Dentro ou fora.
  5. A internet não substitui a imprensa.
  6. A imprensa continua importante.
  7. A imprensa não é fundamental.
  8. A noticia de hoje desaparece duas horas depois.
  9. Cuidado quando as noticias forem em série.
  10. Nunca tranque as portas. No máximo as feche.
  11. Há uma diferença em buscar recursos para fazer política e buscar a política para fazer recursos.
  12. A eleição de hoje não é a ultima da historia.
  13. Ninguém sabe no exterior que o brasileiro é alegre e festivo. Nem aqui.
  14. Atire sempre na pessoa jurídica de seu adversário. Nunca na pessoa física.
  15. Ideologia na política não é tudo. Política sem ideologia é nada.
  16. Fique bravo por fora, e tranqüilo por dentro.
  17. Na TV se fala com voz escandida. No rádio se faz discurso.
  18. Seu assessor de imprensa não conhece a imprensa.
  19. Seu publicitário sabe muito menos que você sobre política.
  20. Sempre haverá um bêbado numa reunião. Dê a palavra a ele.
  21. Político: Mulheres se cumprimentam com olhar fixo e aperto de mão rígido. Política: Homens se cumprimentam, com olhar esguio e aperto de mão frouxo.
  22. Só polemize se souber o que vai dizer na quinta jogada.
  23. Seu adversário sabe tudo de você. Você só precisa saber uma coisa dele.
  24. Enxugue o suor de sua mão antes de apertá-la.
  25. Abrace o eleitor envolvendo-o. Ele é seu intimo.  Nunca use freio de mão.
  26. Ouça seu eleitor envolvendo-o. Olhe para seus olhos olhando os cantos do rosto. Preste atenção.
  27. Cada aperto de mão é uma pesquisa qualititava,
  28. As pesquisas tratam do que você deve fazer e não do que já fez.
  29. Case com uma mulher mais velha. Case com um homem muito mais velho.
  30. Aprenda a sorrir como o Blair e faça assim na TV e nos velórios.
  31. Os âncoras da TV tem mais credibilidade que você. Não os desminta.
  32. É na pré-campanha que se fixa a imagem no celulóide. Na campanha se revela.
  33. Ataque com palavras sinonímicas. Nunca subindo o tom da voz.
  34. Use parábolas, eufemismos,mas sempre...............curtos.
  35. Deus não vota.
  36. O fotojornalismo é mais importante que o jornalismo escrito. Até que as manchetes.
  37. Fale com narrativas e imagens. Só assim vai gerar memorabilidade.
  38. Escolha a biografia de no mínimo dois políticos, e as conheça bem.
  39. Historia é o fundamento da política.
  40. Leia o noticiário do dia do veiculo que o vai entrevistar e o use como argumento.
  41. Os números quebrados impressionam mais.
  42. A retórica pomposa, ridiculariza.
  43. Conheça umas 4 piadas sobre políticos. Curtas. E as use.
  44. Nunca desminta a imprensa: faça uma nova afirmação.
  45. Não é você que é bonito, mas o poder que você tem. Dura seu mandato.
  46. Em plenário, responda concordando, e prossiga,... discordando.
  47. A ultima palavra é a de Deus.
  48. O voto se pede. Mas não se suplica.
  49. A cada contato com o eleitor você deve estar como se estivesse acabado de tomar banho: alegre, perfumado, arrumado.
  50. Prometer o possível.

Manchetes de hoje – 30/12/2009

JORNAIS

- A Tarde: Fábrica de motos criará mil novos empregos na Bahia

- Tribuna da Bahia: Publicitário é morto em assalto

- Correio da Bahia: Podia ser qualquer um de nós

- Folha: Índice do aluguel tem primeira deflação da história

- Estadão: Projeto muda Lei de Anistia e Jobim ameaça se demitir

- JB: Deflação: Aluguel e luz podem cair

- Globo: Deflação em índice de aluguel pode reduzir conta de telefone

- Estado de Minas: Políticos põem bloco na rua

Clique Aqui e veja os destaques de capa dos principais jornais, revistas, rádios e tevês do Brasil.

sábado, 19 de dezembro de 2009

TCM rejeita contas de Gandu referente ao ano de 2008.

 

O TCM (Tribunal de Contas dos Municípios) rejeitou as contas do município de Gandu, referente ao exercício 2008, sob a responsabilidade do Ex-prefeito Manoel Dantas Cardoso, o Neco Kanguçu.

Da nossa região também foram rejeitadas as contas de Apuarema, Wenceslau Guimarães e Itagi.

 

Veja abaixo a relação das cidades e pareceres:

Apuarema – Rejeitado – Clique Aqui

Gandu – Rejeitado – Clique Aqui

Itamari – Aprovado – Clique Aqui

Nova Ibiá – Aprovado – Clique Aqui

Wenceslau Guimarães – Rejeitado – Clique Aqui

Teolândia – Aprovado – Clique Aqui

Ipiaú – Outra Decisão – Clique Aqui

Itagibá – Aprovado – Clique Aqui

Dário Meira – Aprovado – Clique Aqui

Barra do Rocha – Aprovado - Clique Aqui

Itagi – Reprovado – Clique Aqui

 

 

Ubatã e Ibirataia ainda não tiveram suas contas julgadas.

Assim que sair a decisão, colocaremos aqui neste blog.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Ela está censurada. Nós não…

O BLOG DE ADRIANA VANDONI  - http://www.prosaepolitica.com.br/ - ESTÁ CENSURADO POR ORDEM JUDICIAL!

Mulher de coragem que fala o que deve e está sendo punida pelo governo Lula!

Publicado por Adriana Vandoni em 10 novembro, 2009, às 13h31

Já tivemos presidentes para todos os gostos, ditatorial, democrático, neo-liberal e até presidente bossa nova.
Mas nunca tivemos um vendedor de ilusão como o atual.
Também nunca tivemos uma propaganda à moda de Goebbels no Brasil como agora.
O lema de Goebbels era
“uma mentira repetida várias vezes, se tornará uma verdade”.
O povo, no sentido coletivo, vive em um jardim de infância permanente.
Vejamos alguns dados “vendidos” pelo ilusionista.
O governo atual diz que pagou a divida externa, mas hoje, ela está em 230 bilhões de dólares.
Você sabia ou não quer saber?
A pergunta é: pagou?
Quitou?
Saldou?
Não.
Mas uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade.
Pagamos sim, ao FMI, 5 bilhões de dólares, o que portanto mostra apenas quão distante estamos do que é pregado para o povo.
Nossa dívida interna saltou de 650 bilhões de reais em 2003, para 1 trilhão e 600 bilhões de reais hoje, e a nossa arrecadação em 2003 – ano da posse do ilusionista – que foi de 340 bilhões, em 2008 foi de 1 trilhão e 24 bilhões de reais.
Este ano a arrecadação caiu 1% e, olhem bem, as despesas aumentaram 16, 5%.
Mas esses dados são empurrados para debaixo do tapete.
Enquanto isso os petralhas estão todos de bem com a vida, pois somente com nomeação já foram 108 mil, isso sem contar as 60 mil nomeações para cargos de comissão.
É o aparelhamento do Estado.
Enquanto isso os gastos com infra-esturutra só subiram apenas 1%, já as despesas com os companheiros subiram para mais de 70%.
Como um país pode crescer sem em infra-estrutura, sendo essa inclusive a parte que caberia ao governo?
O PT vai muito bem, os companheiros estão todos muito bem situados, todos, portanto, estão fora da marolinha, mas nos outros estamos sentindo o peso do Estado petista ineficiente, predador e autoritário.
Nas áreas cruciais em que se esperaria a “mão” forte e intervencionista do governo, ou seja, na saúde, educação e segurança o que temos são desastres e mais desastres, mortandades.
O governo Lula que fala tanto em cotas raciais para a educação, basta dizer que entre as 100 melhores universidades do mundo, o Brasil passa longe.
Já os Estados Unidos (eta capitalismo) possuem 20 universidades que estão entre as 100 melhores.
O Brasil não aparece com nenhuma.
São números.
O governo Lula também desfralda a bandeira da reforma agrária.
O governo anterior fez mais pela reforma agrária que o PT, mas claro, esses números não interessam.
Na verdade não deveriam interessar mesmo.
Basta dizer que reforma agrária é mais falácia do que coisa concreta em beneficio da sociedade.
Se querem saber, em todos os países onde houve “reforma agrária”, logo em seguida se tornaram países importadores de alimento.
A ex-URSS, Cuba e China são exemplos claros do que estou afirmando.
Mas continuamos com o discurso de reforma agrária.
A URSS quando Stalin coletivizou a terra, passou a ser importadora de alimento e consequentemente a ser um dos responsáveis pelo aumento do preço do alimento no mundo.
Entendam.
Cuba antes da comunização com Fidel, produzia 12 milhões de toneladas de açúcar do mundo, hoje não produz nem 2 milhões.
A Venezuela tão admirada por Lula produzia 4 mil quilos de feijão por hectares, depois da “reforma agrária” praticada pelo coronel Hugo Chaves só produz 500 kg por hectares.
Mas os socialistas não sabem nem querem saber dessas questões, o trabalho que dá para produzir, para gerar alimentos, isso porque eles tem a sociedade para lhes pagar o salário, as contas e as mordomias, além de dinheiro do contribuinte para colocar comida na sua mesa.
Mas eles não sabem nem querem saber sobre o que é produzir, cultivar, plantar alimentos.
Pois bem, os companheiros acreditam nos “milagres” da reforma agrária.
Dizem que estão mudando o país.
É para gargalhar.
Agora incrível, e hoje está mais do que comprovado, que com a diminuição dos impostos nos setores de eletrodoméstico fez o comércio e indústria neste setor produzir e vender mais.
O aquecimento na venda de carros também surtiu efeito com a redução de impostos.
O que fica definitivamente comprovado que imposto nesse país é um empecilho ao progresso e ao desenvolvimento.
Mas o discurso dos petistas é outro.
Ou seja, uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade.
É o ilusionismo de Lula.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Apenas Política, ele aprova…

 

Chuck_Approves_thumb

Os Filhos do Brasil

Como pedido por nosso '”afável” leitor Marcio Augusto, estamos atualizando a “merda” do blog.

E esta reportagem é EXCELENTE E ESTARRECEDORA, leiam…

n2711200901

CÉSAR BENJAMIN
ESPECIAL PARA A FOLHA DE SÃO PAULO


A PRISÃO na Polícia do Exército da Vila Militar, em setembro de 1971, era especialmente ruim: eu ficava nu em uma cela tão pequena que só conseguia me recostar no chão de ladrilhos usando a diagonal. A cela era nua também, sem nada, a menos de um buraco no chão que os militares chamavam de "boi"; a única água disponível era a da descarga do "boi". Permanecia em pé durante as noites, em inúteis tentativas de espantar o frio. Comia com as mãos. Tinha 17 anos de idade.
Um dia a equipe de plantão abriu a porta de bom humor. Conduziram-me por dois corredores e colocaram-me em uma cela maior onde estavam três criminosos comuns, Caveirinha, Português e Nelson, incentivados ali mesmo a me usar como bem entendessem. Os três, porém, foram gentis e solidários comigo. Ofereceram-me logo um lençol, com o qual me cobri, passando a usá-lo nos dias seguintes como uma toga troncha de senador romano.
Oriundos de São Paulo, Caveirinha e Português disseram-me que "estavam pedidos" pelo delegado Sérgio Fleury, que provavelmente iria matá-los. Nelson, um mulato escuro, passava o tempo cantando Beatles, fingindo que sabia inglês e pedindo nossa opinião sobre suas caprichadas interpretações. Repetia uma ideia, pensando alto: "O Brasil não dá mais. Aqui só tem gente esperta. Quando sair dessa, vou para o Senegal. Vou ser rei do Senegal".
Voltei para a solitária alguns dias depois. Ainda não sabia que começava então um longo período que me levou ao limite.
Vegetei em silêncio, sem contato humano, vendo só quatro paredes -"sobrevivendo a mim mesmo como um fósforo frio", para lembrar Fernando Pessoa- durante três anos e meio, em diferentes quartéis, sem saber o que acontecia fora das celas. Até que, num fim de tarde, abriram a porta e colocaram-me em um camburão. Eu estava sendo transferido para fora da Vila Militar. A caçamba do carro era dividida ao meio por uma chapa de ferro, de modo que duas pessoas podiam ser conduzidas sem que conseguissem se ver. A vedação, porém, não era completa. Por uma fresta de alguns centímetros, no canto inferior à minha direita, apareceram dedos que, pelo tato, percebi serem femininos.
Fiquei muito perturbado (preso vive de coisas pequenas). Há anos eu não via, muito menos tocava, uma mulher. Fui desembarcado em um dos presídios do complexo penitenciário de Bangu, para presos comuns, e colocado na galeria F, "de alta periculosia", como se dizia por lá. Havia 30 a 40 homens, sem superlotação, e três eram travestis, a Monique, a Neguinha e a Eva. Revivi o pesadelo de sofrer uma curra, mas, mais uma vez, nada ocorreu. Era Carnaval, e a direção do presídio, excepcionalmente, permitira a entrada de uma televisão para que os detentos pudessem assistir ao desfile.
Estavam todos ocupados, torcendo por suas escolas. Pude então, nessa noite, ter uma longa conversa com as lideranças do novo lugar: Sapo Lee, Sabichão, Neguinho Dois, Formigão, Ari dos Macacos (ou Ari Navalhada, por causa de uma imensa cicatriz que trazia no rosto) e Chinês. Quando o dia amanheceu éramos quase amigos, o que não impediu que, durante algum tempo, eu fosse submetido à tradicional série de "provas de fogo", situações armadas para testar a firmeza de cada novato.
Quando fui rebatizado, estava aceito. Passei a ser o Devagar. Aos poucos, aprendi a "língua de congo", o dialeto que os presos usam entre si para não serem entendidos pelos estranhos ao grupo.
Com a entrada de um novo diretor, mais liberal, consegui reativar as salas de aula do presídio para turmas de primeiro e de segundo grau. Além de dezenas de presos, de todas as galerias, guardas penitenciários e até o chefe de segurança se inscreveram para tentar um diploma do supletivo. Era o que eu faria, também: clandestino desde os 14 anos, preso desde os 17, já estava com 22 e não tinha o segundo grau. Tornei-me o professor de todas as matérias, mas faria as provas junto com eles.
Passei assim a maior parte dos quase dois anos que fiquei em Bangu. Nos intervalos das aulas, traduzia livros para mim mesmo, para aprender línguas, e escrevia petições para advogados dos presos ou cartas de amor que eles enviavam para namoradas reais, supostas ou apenas desejadas, algumas das quais presas no Talavera Bruce, ali ao lado. Quanto mais melosas, melhor.
Como não havia sido levado a julgamento, por causa da menoridade na época da prisão, não cumpria nenhuma pena específica. Por isso era mantido nesse confinamento semiclandestino, segregado dos demais presos políticos. Ignorava quanto tempo ainda permaneceria nessa situação.
Lembro-me com emoção -toda essa trajetória me emociona, a ponto de eu nunca tê-la compartilhado- do dia em que circulou a notícia de que eu seria transferido. Recebi dezenas de catataus, de todas as galerias, trazidos pelos próprios guardas. Catatau, em língua de congo, é uma espécie de bilhete de apresentação em que o signatário afiança a seus conhecidos que o portador é "sujeito-homem" e deve ser ajudado nos outros presídios por onde passar.
Alguns presos propuseram-se a organizar uma rebelião, temendo que a transferência fosse parte de um plano contra a minha vida. A essa altura, já haviam compreendido há muito quem eu era e o que era uma ditadura.
Eu os tranquilizei: na Frei Caneca, para onde iria, estavam os meus antigos companheiros de militância, que reencontraria tantos anos depois. Descumprindo o regulamento, os guardas permitiram que eu entrasse em todas as galerias para me despedir afetuosamente de alunos e amigos. O Devagar ia embora.

São Paulo, 1994. Eu estava na casa que servia para a produção dos programas de televisão da campanha de Lula. Com o Plano Real, Fernando Henrique passara à frente, dificultando e confundindo a nossa campanha.
Nesse contexto, deixei trabalho e família no Rio e me instalei na produtora de TV, dormindo em um sofá, para tentar ajudar. Lá pelas tantas, recebi um presente de grego: um grupo de apoiadores trouxe dos Estados Unidos um renomado marqueteiro, cujo nome esqueci. Lula gravava os programas, mais ou menos, duas vezes por semana, de modo que convivi com o americano durante alguns dias sem que ele houvesse ainda visto o candidato.
Dizia-me da importância do primeiro encontro, em que tentaria formatar a psicologia de Lula, saber o que lhe passava na alma, quem era ele, conhecer suas opiniões sobre o Brasil e o momento da campanha, para então propor uma estratégia. Para mim, nada disso fazia sentido, mas eu não queria tratá-lo mal. O primeiro encontro foi no refeitório, durante um almoço.
Na mesa, estávamos eu, o americano ao meu lado, Lula e o publicitário Paulo de Tarso em frente e, nas cabeceiras, Espinoza (segurança de Lula) e outro publicitário brasileiro que trabalhava conosco, cujo nome também esqueci. Lula puxou conversa: "Você esteve preso, não é Cesinha?" "Estive." "Quanto tempo?" "Alguns anos...", desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: "Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta".
Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de "menino do MEP", em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do "menino", que frustrara a investida com cotoveladas e socos.
Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o "menino do MEP" nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram.
O marqueteiro americano me cutucava, impaciente, para que eu traduzisse o que Lula falava, dada a importância do primeiro encontro. Eu não sabia o que fazer. Não podia lhe dizer o que estava ouvindo. Depois do almoço, desconversei: Lula só havia dito generalidades sem importância. O americano achou que eu estava boicotando o seu trabalho. Ficou bravo e, felizmente, desapareceu.

Dias depois de ter retornado para a solitária, ainda na PE da Vila Militar, alguém empurrou por baixo da porta um exemplar do jornal "O Dia". A matéria da primeira página, com direito a manchete principal, anunciava que Caveirinha e Português haviam sido localizados no bairro do Rio Comprido por uma equipe do delegado Fleury e mortos depois de intensa perseguição e tiroteio. Consumara-se o assassinato que eles haviam antevisto.
Nelson, que amava os Beatles, não conseguiu ser o rei do Senegal: transferido para o presídio de Água Santa, liderou uma greve de fome contra os espancamentos de presos e perseverou nela até morrer de inanição, cerca de 60 dias depois. Seu pai, guarda penitenciário, servia naquela unidade.
Neguinho Dois também morreu na prisão. Sapo Lee foi transferido para a Ilha Grande; perdi sua pista quando o presídio de lá foi desativado. Chinês foi solto e conseguiu ser contratado por uma empreiteira que o enviaria para trabalhar em uma obra na Arábia, mas a empresa mudou os planos e o mandou para o Alasca. Na última vez que falei com ele, há mais de 20 anos, estava animado com a perspectiva do embarque: "Arábia ou Alasca, Devagar, é tudo as mesmas Alemanhas!" Ele quis ir embora para escapar do destino de seu melhor amigo, o Sabichão, que também havia sido solto, novamente preso e dessa vez assassinado. Não sei o que aconteceu com o Formigão e o Ari Navalhada.
A todos, autênticos filhos do Brasil, tão castigados, presto homenagem, estejam onde estiverem, mortos ou vivos, pela maneira como trataram um jovem branco de classe média, na casa dos 20 anos, que lhes esteve ao alcance das mãos. Eu nunca soube quem é o "menino do MEP". Suponho que esteja vivo, pois a organização era formada por gente com o meu perfil. Nossa sobrevida, em geral, é bem maior do que a dos pobres e pretos.
O homem que me disse que o atacou é hoje presidente da República. É conciliador e, dizem, faz um bom governo. Ganhou projeção internacional. Afastei-me dele depois daquela conversa na produtora de televisão, mas desejo-lhe sorte, pelo bem do nosso país. Espero que tenha melhorado com o passar dos anos.
Mesmo assim, não pretendo assistir a "O Filho do Brasil", que exala o mau cheiro das mistificações. Li nos jornais que o filme mostra cenas dos 30 dias em que Lula esteve detido e lembrei das passagens que registrei neste texto, que está além da política. Não pretende acusar, rotular ou julgar, mas refletir sobre a complexidade da condição humana, justamente o que um filme assim, a serviço do culto à personalidade, tenta esconder.

CÉSAR BENJAMIN, 55, militou no movimento estudantil secundarista em 1968 e passou para a clandestinidade depois da decretação do Ato Institucional nº 5, em 13 de dezembro desse ano, juntando-se à resistência armada ao regime militar. Foi preso em meados de 1971, com 17 anos, e expulso do país no final de 1976. Retornou em 1978. Ajudou a fundar o PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada pela senadora Heloísa Helena, do PSOL, do qual também se desfiliou. Trabalhou na Fundação Getulio Vargas, na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Prefeitura do Rio de Janeiro e na Editora Nova Fronteira. É editor da Editora Contraponto e colunista da Folha.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

64 anos??? Parece 51…!!!

27_MVB_pais_lula_43556

 

O Presidente Lula fez 64 anos nesta terça-feira, 27/10.

Olhando bem a foto, ele fez 64, mas nem parece, tá com toda pinta de 51.

Hoje é dia

VELA

Dia 29/Outubro

# Dia nacional do livro
# Dia da vacina
# Dia da universidade católica

Manchetes de hoje – 29/10/09

JORNAIS

- A Tarde: Nova lei facilita despejo de inquilino com aluguel atrasado

- Tribuna da Bahia: Inquilino caloteiro vai para o olho da rua.

- Correio da Bahia: Quem deve IPVA vai ficar com nome sujo

- Folha: Senado facilita despejo de inquilino

- Estadão: Atentado mata mais de 100 no Paquistão e desafia EUA

- JB: Rio ganha R$ 2 bi a mais em royalties de petróleo

- Globo: Um descaso federal: Equipamento de combate ao tráfico apodrece no Rio

- Correio: Nem a lei seca dá jeito no trânsito

- Estado de Minas: Brasil é a bola da vez

Clique Aqui e veja os destaques de capa dos principais jornais, revistas, rádios e tevês do Brasil.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

SINCERAS DESCULPAS

 

Por motivos alheios à nossa vontade, ficamos impossibilitados de atualizar o blog nos últimos dias.

Pretendemos (e prometemos) voltar ainda neste mês de outubro.

Pedimos desculpas e também a compreensão dos nossos leitores.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Manchetes de Hoje – 06/10/2009

JORNAIS - A Tarde: Seleção da Embasa oferecerá 2.270 vagas

- Tribuna da Bahia: Dilma Vem à Bahia na 6ª para agradecer cura ao Senhor do Bonfim.

- Correio da Bahia: Estatuto do crime

- Folha: Receita aperta fiscalização sobre o IR da classe média

- Estadão: Pressão faz Honduras sustar estado de sítio

- JB: R$ 90 bi em cinco anos

- Globo: Estudo mostra que classe média encolheu em 2008

- Correio: Os megassalários de suas excelências

- Estado de Minas: Flanelinhas loteiam até área em frente ao comando da PM

 

Clique Aqui e veja os destaques de capa dos principais jornais, revistas, rádios e tevês do Brasil.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Hoje é dia

VELA

Dia 05/Outubro

# Dia das aves
# Dia da microempresa
# Dia mundial da habitação
# Dia do boia-fria
# Dia internacional dos professores 
# Fatos históricos:  Dia da promulgação da Constituição Brasileira de 1988

Manchetes do Dia – 05/10/2009

JORNAIS

- A Tarde: Autoescola gratuita oferece cinco mil vagas

- Tribuna da Bahia: Brito considera reforma tributária imprescindível.

- Correio da Bahia: Empresário e DJ vazaram provas

- Folha: Emigração é maior para países em desenvolvimento

- Estadão: Vazamento faz MEC substituir consórcio do Enem

- JB: Rio 2016: lição de casa para os jogos começa em novembro

- Globo: Obras de transporte para 2016 começam este ano 

- Correio: Lojistas ainda ignoram a lei dos puxadinhos

- Estado de Minas: Olimpíada traz negócios e 2 milhões de empregos

 

Clique Aqui e veja os destaques de capa dos principais jornais, revistas, rádios e tevês do Brasil.

domingo, 4 de outubro de 2009

Luiz Bassuma abre o jogo

resize.asp

Luiz Bassuma concedeu uma entrevista exclusiva ao editor do Jornal Bahia Online, Maurício Maron e o Apenas Política reproduz abaixo.

Confira.

O senhor foi processado pelo Partido dos Trabalhadores por não defender o abordo. E foi condenado à suspensão dos direitos políticos durante um ano. Fale um pouco desta história.

O processo levou um ano na Comissão de Ética do PT e resultou no diretório me suspendendo por um ano. Foi uma postura que tenho a partir de 2005, quando comecei a cuidar da defesa da vida. Foi através da minha atuação no Congresso Nacional que a gente conseguiu impedir a legalização do aborto no Brasil. O que defendemos é que o Estado tenha políticas públicas para prevenir a gravidez indesejada. Isso é inteligente, barato, seguro. É planejamento familiar.

Mas sua tese foi por água abaixo. Digamos que o partido não se ‘emprenhou’ pelos ouvidos.

O que não podemos é utilizar o aborto como política pública. Com isso comecei a ter grandes problemas no partido. Em 2007 o PT aprovou uma resolução por maioria no Congresso Nacional a favor da legalização do aborto. Olhe que minha militância se deu desde 2005 quando o Congresso quase aprova esta questão. Só não aprovou por conta de um voto. E minha participação foi decisiva. Então vamos lá: em 2007 o PT aprova o contrário e, em 2008, abre um processo contra mim. O PT alega neste julgamento que a legalização do aborto está acima do artigo 67 dos seus Estatutos, compatível com a Constituição Brasileira onde diz que em questões éticas, filosóficas e religiosas o parlamentar tem liberdade para expressar sua opinião. E sou da seguinte opinião: aquilo que acredito e que acho que é melhor me faz respeitar a opinião de quem pensa ao contrário. Falo em respeitar. Mas eu tenho que ter plena liberdade para exercer a minha opinião.

O senhor foi ao limite para ter esta liberdade de expressão...

... inclusive no meu pronunciamento para o Diretório Nacional do partido, lembrei que Aristóteles 2.500 anos atrás disse uma frase que para mim é emblemática na minha vida: “o homem livre é senhor da sua vida e escravo apenas da consciência”. Com todo respeito que tenho ao PT posso tranquilamente dizer que entre o Partido dos Trabalhadores e a minha consciência eu fico com a segunda opção. Porque da mesma forma que acho que não existe “meia” vida, não pode existir “meia” liberdade.

Daí a decisão de sair do partido.

Ao decidirem pela suspensão de 12 meses fiquei imaginando: tenho dois caminhos em minha vida. Ficar no PT, já que não seria mesmo mais candidato à reeleição, ou sair e buscar uma nova caminhada. Aí pensei. Se eu ficar no PT vou estar sendo injusto. Por que continuaria para provocar um tensionamento e continuar com uma crise na sigla afetando a todo mundo. Nestas horas não temos como separar o joio do trigo. A última coisa que quero em minha vida é cometer injustiça. Decidi me desfiliar do Partido dos Trabalhadores e me filiar ao PV. Eu e minha esposa. Ela é pré-candidata a deputada federal.

O senhor não é mais candidato e ela assume o seu projeto político...

... é uma decisão de movimento, da sociedade civil organizada. O Movimento Nacional Brasil Sem Aborto que é uma ONG que opera em 15 estados do Brasil, tomou uma importante decisão. O Congresso Nacional hoje tem 513 deputados federais. Deste total, 45 deputadas. Uma minoria. Só que defendendo esta nossa causa, a luta contra a legalização do aborto, apenas cinco. E das cinco não consegui convencer nenhuma a assumir o desgaste que eu assumi de liderar esta causa. Se eleita, minha esposa dará sequência ao projeto.

E como foi que se deu a escolha do PV. Dizem que o PV é o partido da moda, dos descontentes do PT.

A entrada de Marina Silva no partido para mim foi fundamental nesta decisão. A Marina fez uma cobrança ao PV. E foi isso que o PT acabou de rasgar da sua história. Falo com tristeza: o PT está perdendo a sua alma. O partido não pode fechar questões de princípios religiosos, ético e filosóficos. E o PV está incorporando esta liberdade às suas cláusulas. É como Marina diz: ela é contra a legalização do aborto, mas não pode impedir que as pessoas do PV que pensem ao contrário deixem de ter a liberdade de expressar a sua opinião. Repito: eu não quero que todo mundo pense igual a mim. Mas eu quero ter a liberdade de expressar o que penso e acredito.

Quando efetivamente começou o descontentamento com o PT?

Isso já vem desde o processo do Mensalão e passou fundamentalmente pela crise do Senado onde o PT se  ajoelhou de maneira subserviente aos interesses do Lula para apoiar Sarney por causa do PMDB. E o PT não poderia se prestar a este papel. Se auto-flagelou e matou parte da sua alma. E que alma é esta? Primeiro é preciso dizer que o PT não é partido nem de anjo nem de santo. Aliás, nenhum partido é. Todos os partidos são feitos de gente, homens e mulheres. E como toda instituição é falível. Agora é preciso lembrar que o PT surgiu na história da política brasileira como um sonho de uma parcela expressiva da sociedade que pensava que com o partido seria possível fazer política com ética. E esse é um sonho que o PT está enterrando. É doloroso.

Se o senhor não é candidato a nada, porque então se filiar a uma sigla política?

Quero ajudar, dar minha contribuição a esse partido. Por isso me filiei sem ser candidato a nada.

O senhor, num trecho acima, falou que justiça é fundamental, que odeia injustiça. O senhor acha que o PT foi injusto com o senhor?

Aí vou citar Sócrates, que é um personagem que interpreto no teatro. É por isso que estou com o cabelo cumprido (risos). Usei peruca um ano. Agora não preciso mais (mais risos). Tem um trecho do julgamento dele no espetáculo onde ele diz que “o importante na vida é não cometer injustiças mesmo em retribuição a uma injustiça recebida”. Mas o critério de justiça é muito subjetivo. A sua consciência é diferente da minha. Tenho que seguir a minha consciência. E tenho que estar em paz com a minha consciência, de que não cometo a injustiça. Então para os meus julgadores eu disse: estou saindo do partido em paz. Muito bem. Não saio sofrendo por que dei o melhor de mim e a minha intenção sempre foi a de ajudar.

O senhor pensou em recorrer ao Supremo Tribunal Federal para garantir a permanência no Partido dos Trabalhadores. Por que desistiu?

Estava com o processo todo pronto. Mas recorrer significaria continuar o enfrentamento. E com isso o PT iria “sangrar”, concorda? Tem milhares de filiados do PT que pensam como eu. E sabe qual o desafio que faço ao PT? Por que não fazem um plebiscito? Não fazem o PED que é um instrumento rico da democracia interna do partido para debater e escolher democraticamente as lideranças? Por que não fazem um plebiscito com a base do PT e põem os filiados para marcar com um xis se são contra ou a favor do aborto? Fiz esse desafio. Não tiveram a coragem de fazer por que sabem que a base petista ficaria ao meu lado e não ao lado dos que me julgaram. Foi uma minoria que tem poder na cúpula mas não tem poder nas bases. Tem coisa mais democrática do que isso, ouvir os filiados?

E se o senhor perdesse a votação?

Se a maioria dos filiados dissesse que era a favor, aí sim, ou eu mudaria minha opinião ou sairia do partido. Seria coerente.

O senhor chega ao PV, onde tem influentes nomes no Governo da Bahia mas também é formado por ambientalistas. Escapa da discussão do aborto e chega para discutir Porto Sul. Se posicionar. Enfim, qual a sua reflexão sobre o Projeto. Como membro do PV e como deputado federal?

Esse é um ponto que não terei problema. Se tem uma coisa que nunca abri mão na minha vida foi falar o que penso e acredito, mesmo quando contraria interesses e que posso pagar preço por isso. Neste caso, na votação que teve recentemente no Congresso, votei a favor do projeto. A questão ambiental é o desafio fantástico para o PV. As pessoas que estão se posicionando contra têm argumentos fortes, importantes e legítimos e que têm que ser levados em consideração. Da mesma forma, quem defende a chegada deste complexo. É uma vocação natural da região. Por isso digo que temos que ter a sabedoria de conciliar as divergências para uma convergência que seja boa para todos. Desenvolvimento sustentável na prática. Onde você não impede o progresso e mantém balizas ambientes e sociais, minimizando ao máximo o impacto ambiental. A vida humana é necessariamente poluidora e agressora ao meio ambiente. O que temos que fazer é usar a inteligência para minimizar estes impactos.

Como o senhor analisa este momento do PV na Bahia, de novas e importantes adesões e filiações.

Momento especial. A entrada de Marina no PV dá ao partido uma alternativa de poder no Brasil. Não é mais para ser coadjuvante. Isso serve para o Brasil e serve para a Bahia também. Não tenho dúvida de que vamos enxergar em algum momento que o PV da Bahia terá que ter uma alternativa para a sociedade. E essa alternativa não tem que ser necessariamente só (Jaques) Wagner, Geddel (Vieira Lima) e (Paulo) Souto. O crescimento de Marina vai levar o PV da Bahia a pensar grande. Por que vai ter o dever de se posicionar junto à sociedade baiana. Uma parcela desta sociedade diz hoje que DEM (Partido dos Democratas) nem pensar. Geddel me desculpe. Sempre fui contra a permanência dele no governo Wagner. São projetos distintos. Geddel é o carlismo rejuvenecido com as mesmas práticas. E Wagner tem um descontentamento enorme na sociedade baiana. Então quem está neste processo, hoje, vai votar em qual dos três? Tá um vazio, não está? A juventude quer ter um ideal, um sonho, uma esperança. Era o PT. Hoje não tem nada. O PT envelheceu precocemente. O PV pode ocupar este espaço. É um desafio e quem tem medo de desafio não pode estar na política.

O senhor não está sendo muito rigoroso com o governador de quem o seu novo partido é aliado?

Tínhamos grandes expectativas do governo do PT. Olhe que eu estou falando: não é da pessoa Wagner. É do governo do PT. Todo mundo sabe que ninguém vai ao governo sozinho. É preciso aliança. Tudo bem, normal. Só que quem ganhou a eleição foi um governador do PT então é o partido que tem que conduzir o processo. O Wagner tem acertos – e bons acertos – mas tenho grandes divergências da condução política do governo. Administrativamente acho que ele tem que reforçar o controle interno. Todo governo de grande aliança está sujeito a isso. Você tem quem ter uma espécie de CGU (Controladoria Geral da União) que funcione para fazer auditagem e evitar que o câncer da corrupção que está instalado em todas as instituições brasileiras chegue até o governo do estado. Ele foi tímido nisso. E convive com coisas que acho muito ruim da política. Eu me sinto incomodado como ex-petista, deputado federal e como cidadão. Por isso que digo: existe um espaço na política baiana. E vou propor esta ocupação aos companheiros do PV. Como não sou candidato a nada estou muito a vontade para conduzir isso.

Se a eleição fosse hoje, em quem o senhor votaria para governador.

Dentre os que estão aí, Wagner. Mas você acha que é 100 por cento? Não, não é 100 por cento. Eu tenho grandes divergências. Wagner é o menos ruim dos três. E isso é uma coisa que empobrece a política. Precisamos é ter a opção do melhor.

Durval Libânio da Silva Neto é o novo Diretor de Pesquisa da Biofárica do Cacau

Durval Neto assumiu a Diretoria de Pesquisa da Biofábrica de Cacau, em Ilhéus.

Durval é filho de Pedro Antônio da Rocha Melo, atual vice-prefeito de Gandu.

Com o Know-how de ex-Presidente da ONG Cabruca, Durval pode assumir qualquer posto relacionado ao Cacau.

Contando com pessoas deste nível, a Biofábrica só tende a crescer e desempenhar o papel para o qual foi criada, que é de soeerguer a Região Cacaueira, tão sofrida após o "surgimento" da Vassoura-de-Bruxa.

Hoje é dia

VELA

Dia 04/Outubro

# Dia da ecologia
# Dia da natureza
# Dia dos animais e dia nacional da adoção dos animais
# Dia do cão
# Dia mundial da anistia
# Dia do pantaneiro
# Dia do poeta
# Dia do incorrigível

Manchetes de hoje – 04/10/2009

JORNAIS

- A Tarde: Contas negativas agravam crise tricolor

- Correio da Bahia: Mais de mil vagas com salário de até 13 mil

- Folha: 17 milhões de brasileiros admitem ter vendido voto

- Estadão: MEC vai mudar Enem em 2010 para evitar fraudes

- JB: Jogos dobram investimentos

- Globo: Brasil já tem projeto para multiplicar ouro em 2016

- Correio: Plano de saúde de 250 mil servidores corre risco

- Estado de Minas: A ditadura dos flanelinhas

 

Clique Aqui e veja os destaques de capa dos principais jornais, revistas, rádios e tevês do Brasil.

sábado, 3 de outubro de 2009

Liminar impede posse de vereadores suplentes

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia deferiu o pedido de liminar feito pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel.

A medida suspende a retroatividade das 7.709 novas vagas de vereadores criadas pelo Congresso Nacional na semana passada. Em algumas cidades já houve posse de vereadores suplentes.

A decisão da ministra Cármen Lúcia será submetida ao plenário do STF, que deverá confirmar ou não a liminar concedida.

Olimpíadas no Rio em 2016. É uma pena para o Brasil.

O Rio de Janeiro vai sediar as Olimpíadas em 2016.

Ontem vimos a tão nefasta promiscuidade entre política e esporte.

Foi choro de presidente, suas declarações vitoriosas, partidos querendo sair na foto da vitória, e tudo aquilo que infelizmente, já nos acostumamos a ver.

Serão mais de R$ 28 bilhões a serem investidos para a realização dos Jogos. E sem contar a parte que será “roubada”. Nos Jogos Panamericanos em que o investimento foi menor, o rombo foi de “apenas” R$ 2,740 bilhões de Reais.

Ou alguém acha que de uma hora para outra a corrupção deixará de existir e ninguém mais vai se locupletar??

Na internet já se ouve ecos de “A Olimpíada é do Rio, e não do Brasil, fora daqui, paulistas e nordestinos”.

E serão justamente paulistas e nordestinos que terão que trabalhar para dar de bandeja a verba para que sejam realizados estes jogos.

A necessidade básica do brasileiro comum vai sendo deixada de lado, afinal não rende os holofotes mundiais que uma Olimpíada rende.

Mas o brasileiro comum não está preocupado com isso, afinal “O-Lula-está-lá-fazendo-coisas-que-nenhum-outro-presidente-fez”, como se o Brasil só tivesse começado a existir em 01/01/2003, e todo o trabalho de anos para firmar a economia não tivesse existido.

Juvenal disse em suas Sátiras : Panem et circenses.

Lula hoje diz: eleemosyna et circenses.

Hoje é dia

VELA

Dia 03/Outubro

# Dia de São Francisco de Borja

# Dia das abelhas

# Dia do dentista

# Dia do petróleo brasileiro

# Dia da biblioteca espírita

# Dia do barman

# Fatos históricos: 

Getúlio Vargas é eleito presidente (1950)

Criação da Petrobras (1953)

Manchetes do dia – 03/10/2009

JORNAIS

- A Tarde: A festa é do Brasil

- Tribuna da Bahia: Futebol das Olimpíadas será em Salvador.

- Correio da Bahia: Um dia para a história

- Folha: Olimpíada de 2016 será no Rio

- Estadão: Olimpíada de 2016 é do Rio

- JB: Sim, nós vencemos

- Globo: 2016, o ano que já começou

- Correio: Nosso senhor dos anéis

- Estado de Minas: Alô, Madri,Tóquio e Chicago, aquele abraço!

 

Clique Aqui e veja os destaques de capa dos principais jornais, revistas, rádios e tevês do Brasil.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

FRAUDE NO ENEM

 

uneibi

A UNE Ontem

 

E hoje…

images

Prometeram 100, deram 10 e o povo comemora...

Passamos agora há pouco pela BA-120, rodovia estadual que liga as cidades de Gandu a Ibirataia.

Apesar do DERBA ter prometido que refaria a Rodovia, o que vemos é uma operação tapa-buraco.

A população esperava que realmente fosse feito o serviço que já foi executado pelo governo Paulo Souto, ou seja, uma total recuperação da estrada.

Assim como o governo federal prega sobre o Bolsa-Família, dizendo que para quem não tinha nada, o que recebe já é bom, assim o governo estadual faz com esta estrada.

E o pior é que o povo acha bom, não sabendo cobrar os seus direitos.

Manchetes de Hoje - 02/10/2009



- A Tarde: Fraude no Enem


- Tribuna da Bahia: Frustração geral com adiamento do Enem .


- Correio da Bahia: Enem: Veja questões da prova que vazou


- Folha: Lula diz refutar 'ultimato de golpista'


- Estadão: Enem fica para novembro e PF investiga vazamento


- JB: Rio 2016. É hoje!


- Globo: Segurança para prova do Enem que vazou era falha


- Correio: Impasse por causa do Enem


- Estado de Minas: Reviravolta no Enem



Clique Aqui e veja os destaques de capa dos principais jornais, revistas, rádios e tevês do Brasil.