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sábado, 12 de maio de 2012

Governo nega interferência em operação de "venda" da Delta


O governo negou ter interferido nas negociações sobre a mudança na Delta.

Em nota oficial, o Planalto diz que são falsas "as ilações de que a referida operação teve aval do governo".

O empresário José Batista Júnior, um dos controladores do JBS, disse que o governo permitiu a compra para impedir a paralisia de obras.



AP COMENTA

A J&F Participações S/A, dona do frigorífico JBS Friboi, que "comprou" a Delta, a maior construtora do PAC, por R$ 0,00 (ZERO REAIS) doou R$ 10 milhões para a campanha de Dilma Roussef à presidência.

E ela ainda tem a cara de pau de dizer que o governo não tem nada a ver com a "venda" da Delta? Que o governo não vai se meter em negócios privados?


Isso é um escândalo, que coloca um carimbo de IMBECIL na testa do povo brasileiro, pois nada mais é, que uma tentativa de esconder e proteger ligações da Delta com políticos e evitar que as águas da cachoeira cheguem até o Planalto.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Ipiaú: Sábado começa a Campanha de Vacinação contra a Gripe


A Secretaria Municipal da Saúde informa que a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe 2012, terá início no próximo sábado, dia 05 e prossegue até o dia 25 de maio.

A Campanha de vacinação contra a  influenza será destinada a idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a menores de 2 anos, gestantes e profissionais da saúde.

No sábado(05), considerado Dia D da campanha em todo o pais, todas as Unidades de Saúde da Família  do município de Ipiaú estarão abertas e novos postos serão instalados em diversos pontos da cidade, visando dar a maior cobertura possível à campanha de vacinação, a exemplo das praças Ruy Barbosa e Cinquentenário, Centro Comercial José Motta Fernandes e no sítio do Pica Pau.

Por Giro em Ipiaú

quinta-feira, 19 de abril de 2012

'Deltaduto' financiava campanhas eleitorais, aponta investigação da PF

O rastreamento do dinheiro injetado pela Delta Construções em empresas de fachada, segundo a Polícia Federal, e ligadas ao esquema do contraventor Carlos Cachoeira, revela que a empreiteira carioca montou um “deltaduto” para irrigar campanhas eleitorais. A CPI do Cachoeira, que será instalada na quinta-feira, 19, no Congresso, vai investigar os negócios do contraventor e seus elos com a construtora e políticos.


Empresas que receberam recursos da Alberto e Pantoja Construções Ltda., cuja única fonte de renda identificada pela Polícia Federal era a Delta Construções, abasteceram cofres de campanhas em Goiás, área de influência da organização criminosa de Cachoeira.
Segundo as investigações da Operação Monte Carlo da PF, a construtora de fachada (a Alberto e Pantoja) registrou operações atípicas durante o ano eleitoral, período em que movimentou R$ 17,8 milhões.
Duas empresas, que embolsaram R$ 210 mil da Pantoja, doaram R$ 800 mil a candidatos. Entre eles, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e o deputado federal Sandes Júnior (PP-GO), ambos citados nas investigações da PF por supostas relações com a quadrilha.
Registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que, um mês depois das eleições, Perillo recebeu R$ 450 mil da Rio Vermelho Distribuidora, de Anápolis (GO). A empresa também doou R$ 30 mil para a candidata a deputado federal Mirian Garcia Sampaio Pimenta (PSDB).
A Rio Vermelho é citada em laudos da PF que mostram, a partir da quebra de sigilo bancário, transferências feitas pela Alberto e Pantoja em 2010 e 2011. O atacadista recebeu R$ 60 mil da empresa, que tem como procurador Geovani Pereira, homem de confiança de Cachoeira.
De acordo com a Rio Vermelho, a doação para Marconi foi legal e está registrada no TSE. Com relação ao repasse da Alberto e Pantoja, a empresa afirma que o valor é referente à venda de um carro para Cachoeira.
Marconi Perillo. Este não é o primeiro elo entre o governador de Goiás e as investigações da Monte Carlo. A então chefe de gabinete de Perillo, Eliane Pinheiro, pediu demissão depois que escutas telefônicas mostraram a servidora passando informações sigilosas sobre as operações policiais que tinham como alvo o esquema do contraventor. Perillo, que já confirmou ter se encontrado com Cachoeira, também é citado em conversas de integrantes da quadrilha que mostram a influência do grupo em seu governo, incluindo nomeações para cargos-chave.
Doadora de R$ 300 mil para a campanha do deputado federal Sandes Júnior (PP), a Midway International recebeu R$ 150 mil da construtora investigada pela PF. A empresa de suplementos alimentares transferiu o dinheiro em duas parcelas de mesmo valor (R$ 150 mil) em 22 e 28 de setembro de 2010.
Sandes Júnior também é citado em grampos da Monte Carlo. A Midway doou ainda R$ 20 mil para o ex-senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO).
Wilton Batos Colle, da Midway, informou que pediu um empréstimo para uma empresa de Anápolis para fazer a doação. “Queria doar dinheiro para um grande amigo nosso, o deputado Sandes Júnior, mas estávamos sem dinheiro no caixa naquela época.” Segundo o empresário, a empresa escolhida para a operação foi a Libra Factoring, de um irmão de Cachoeira, também investigada no inquérito da PF. “Foi uma operação legal e declarada. Só não sabíamos que quem estava fazendo o negócio era essa Pantoja”, argumentou.

Por Alana Rizzo, de O Estado de S. Paulo

quinta-feira, 15 de março de 2012

Conheça os mitos e verdades sobre o horário eleitoral gratuito

Sidney Kuntz

SÃO PAULO - Desde o ano de 1985, os partidos políticos brasileiros começaram a dar enorme valor ao horário eleitoral gratuito, pois até então, com a Lei no. 6.339, a famosa Lei Falcão de 1° de julho de 1976, as legendas estavam limitadas a exibir apenas as fotos dos candidatos, partidos, horário e local dos comícios, ou seja, uma propaganda estática.

Hoje, com um cenário pautado pelo avanço tecnológico, as propagandas políticas ganharam lugar de destaque nas campanhas. Apesar disso, alguns políticos tentam minimizar a importância do tempo que terão no rádio e na televisão, mas brigam com unhas e dentes para unir em torno de suas candidaturas um grande leque de coligações, a fim de obterem maior tempo na propaganda eleitoral. A seguir, alguns exemplos de mitos e verdades do horário eleitoral gratuito:

Mito: O horário eleitoral é gratuito.

Verdade: É gratuito apenas para os partidos. Na verdade, a Legislação Eleitoral prevê a compensação fiscal para as emissoras de rádio e TV, regulamentada pelo Decreto nº 5331/2005. A Receita Federal compensa as emissoras, com dedução de até 80% do que ganhariam com a comercialização daqueles horários. Esta compensação chegou à cifra de R$ 1 bilhão na campanha presidencial de 2010. E esses recursos saem dos cofres públicos, ou seja, do próprio cidadão brasileiro.

Mito: O candidato/partido que tiver maior tempo no horário eleitoral terá assegurada a vitória na eleição e, com contrapartida, os que tiverem menor tempo, terão poucas chances de vitória.

Verdade: Se o candidato que dispuser de maior tempo tiver que se defender, por exemplo, dos ataques dos adversários, explicar os projetos que não cumpriu ou a má avaliação do governo seu ou de um padrinho político, certamente não se dará bem na eleição. Também perde pontos quem inclui muitos clipes, depoimentos em excesso ou vinhetas repetitivas e conteúdo fraco.

Mito: Candidatos minoritários com pouco tempo no rádio e na TV podem ter êxito numa primeira eleição.

Verdade: Dificilmente candidatos a cargo majoritário alcançarão êxito numa primeira eleição, se dispuserem de pouco tempo no horário eleitoral gratuito. Casos de sucesso como o de Enéas - que com apenas 17 segundos na TV criou o bordão 'Meu nome é Enéas' e conseguiu arregimentar cerca de 360 mil votos na eleição presidencial de 1989 - acontecem raramente e normalmente são provenientes de manifestações de protesto popular.

Mito: O bom programa no horário eleitoral gratuito precisa ser muito rebuscado e ter uma megaprodução.

Verdade: O bom programa é aquele que tem foco nas propostas do candidato, com expressões simples e claras, e que atenda aos anseios dos eleitores. Um recurso bom para se utilizar, são as comparações didáticas. Saber 'vender esperança' para que o eleitor encare como sinceras as propostas também é algo muito valioso numa campanha no rádio e na TV.

Mito: As coligações partidárias e escolhas dos vices nas chapas são feitas apenas com base nas afinidades ideológicas e propostas afins.

Verdade: O tempo no rádio e na TV é a moeda de troca mais forte numa coligação partidária. Claro que há exceções, como a indicação de José Alencar para vice na chapa de Lula, na eleição presidencial de 2002. Na ocasião, Lula procurava um candidato que cativasse e acalmasse o empresariado brasileiro. Mesmo assim, a coligação petista abrigou muitas outras legendas.

Mito: Muitos candidatos majoritários afirmam que irão gastar pouco com o horário eleitoral gratuito.

Verdade: Os gastos diretos e indiretos com a produção do horário eleitoral gratuito chegam a consumir até um terço de todos os gastos numa campanha majoritária.

*Sidney Kuntz é especialista em marketing político e pesquisas eleitorais.

Via: Estadão

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Contamos com a sua colaboração.Ou: Como achacar com classe e ameaça velada.

 

O PT é aquilo que já conhecemos.

Nada que vem de lá, nos surpreeende mais.

Mas esta agora é uma afronta aos brasileiros de bem.

Clique na imagem para ampliar e veja.

carta-a-empresarios-pt-achaque

domingo, 10 de outubro de 2010

Programa de Governo de Dilma é o PNDH3

 

Lembram do PNDH3? Vejam o que fala dele Nilmário Miranda. (Clique AQUI para saber que é Nilmário)

 

 

Não lembra o que é o PNDH3?

Então leia AQUI, AQUI e AQUI