Manoel Dantas Cardoso, o Neco, que esta semana foi acusado pelo Ministério
Público Federal (MPF) de cometer malversação de verbas repassadas ao município de Gandu pelo
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, destinadas ao
Programa de Proteção Social Básica (PAB), apesar de não constar na lista de contas desaprovadas e com decisão
irrecorrível, enviada pelo TCE à Justiça Eleitoral, ainda corre o risco de
ficar inelegível para a eleição de outubro próximo.
O que pode atrapalhar os planos do ex-prefeito de disputar a eleição é o
processo: TCE 005014/2004.
O processo se refere a malversação (de novo) do dinheiro público, no convênio Nº
081/2002 firmado entre a Prefeitura de Gandu e o Estado da Bahia/SICM -
Sec. da Indústria, Comércio e Mineração, no qual seria implantada uma olaria
comunitária no município.
O referido processo está em tramitação no TCE e o ex-gestor já entrou com recurso.
Leia as informações básicas sobre o referido processo clicando AQUI.