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domingo, 6 de maio de 2012

Ginástica na praça vira hit no Orçamento do governo

'Academias da saúde' são bancadas por meio de emendas parlamentares

Programa ilustra a estratégia de associar ações de governo a obras de interesse de congressistas e prefeitos

O jornal eletrônico "Bananeiras Online" informou no último dia 12 que o prefeito de Solânea (PB), o peemedebista Dr. Chiquinho, esteve em Brasília para conseguir verbas para a cidade.

Graças a uma emenda apresentada pelo deputado Wellington Roberto (PR), relatava o texto, o município terá a sua primeira "academia da saúde" -nome de um programa federal lançado no ano passado e que se tornou a nova moda no mundo das emendas parlamentares.

Somente naquele dia, o Ministério da Saúde registrou 38 operações de repasse de verba para municípios interessados nas academias, que são espécies de praças com aparelhos de ginástica ou outros recursos para a prática de atividades físicas.

O Ministério da Saúde diz ter aprovado, em 2011, 478 emendas parlamentares para a construção de polos da "academia da saúde". A meta é construir 4.000 até 2014, além daquelas construídas por emenda parlamentar.

O caso ilustra uma estratégia cada vez mais comum na administração federal: associar ações de governo ao apetite de congressistas e prefeitos, ampliando verbas e influência política.

Esporte e Turismo, os exemplos mais evidentes, se tornaram ministérios basicamente para explorar esse filão: o primeiro, financiando quadras e ginásios; o segundo, todo tipo de obra e evento classificável como atração para viajantes.

Em 2010, a Cultura ofereceu a construção de bibliotecas, cinemas e teatros em pequenas cidades.
O modelo, porém, é sujeito a riscos. Os projetos sofrem com baixa execução ou descontinuidade; outros resultam em investigações de desvio de recursos, como aconteceu em 2011 no Turismo.

Por Gustavo Patu e  Johanna Nublat

Gasto do governo com varejo político dispara após a crise


Liberações para emendas parlamentares agora superam R$ 350 mi por mês

Distribuídas entre 11 pastas, essas rubricas se destinam a obras e projetos menores, típicos de municípios

A crise no relacionamento com os partidos aliados e a criação da CPI do Cachoeira coincidiram com a multiplicação da liberação, pelo governo Dilma Rousseff, de verbas de interesse de deputados, senadores, prefeitos e governadores.

Os registros diários dos desembolsos federais mostram um salto, a partir de março, das despesas incluídas por congressistas no Orçamento da União em favor de seus redutos eleitorais -as chamadas emendas parlamentares.

Para detectar a movimentação de recursos destinados a negociações políticas, a Folha selecionou uma amostra das iniciativas orçamentárias que mais recebem emendas e servem de base para as barganhas cotidianas entre o Planalto e o Congresso.

Os desembolsos para essas finalidades quadruplicaram de fevereiro para março, quando ultrapassaram a casa dos R$ 350 milhões -patamar repetido em abril.

Em consequência, os primeiros quatro meses do ano terminaram com liberação de R$ 911 milhões, contra R$ 363 milhões no primeiro quadrimestre de 2011, quando Dilma lançava seu pacote de austeridade fiscal.

Esses gastos estão concentrados em 20 ações de governo -entre as mais de 4.500 previstas no Orçamento da União-, que servem como um termômetro do fisiologismo no varejo político.

Elas respondem por três quartos das emendas apresentadas por deputados e senadores nos últimos três anos; 95% de suas verbas vêm de emendas individuais ou de bancadas estaduais e comissões temáticas.

Distribuídas entre 11 ministérios, essas rubricas foram criadas para abrigar obras e projetos de pequeno porte, como praças, ciclovias, quadras e postos de saúde. O Executivo negocia a liberação da verba em troca de apoio no Congresso; para deputados e senadores, interessa colher dividendos eleitorais.

Os dados mostram o momento em que os congressistas tiveram uma reviravolta na liberação de verbas: a rejeição pelo Senado, em 7 de março, do indicado do Planalto para a Agência Nacional de Transportes Terrestres.

No outro dia, Dilma mostrou ter entendido o recado dos aliados e mandou avisar que as demandas seriam atendidas com mais presteza.

No dia 9 de março, as ações campeãs de emendas receberam mais de R$ 80 milhões -até então, o desembolso diário no ano nunca havia chegado a R$ 20 milhões.

Em abril, o movimento foi mais intenso no intervalo de duas semanas entre a decisão da bancada governista de apoiar a CPI do Cachoeira e a efetiva criação da comissão.

A aceleração dos gastos não está circunscrita às miudezas da política. Em março, a despesa do Tesouro teve alta de 17% em relação ao mesmo período de 2011. No primeiro bimestre, a taxa foi de 9,5%.


Por Gustavo Patu

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

E Aderbal Caldas não esqueceu de Gandu no Orçamento-2012

Ao contrário do que fez no Orçamento-2011, quando não enviou NENHUMA emenda ao orçamento estadual beneficiando Gandu, onde saiu como o Dep. Estadual mais votado, desta vez o Dep. Aderbal Caldas não esqueceu de premiar Gandu com algumas emendas.

Fez as emendas-padrão e apenas trocou os nomes das cidades.

Mas já é alguma coisa.

Em breve estaremos divulgando a lista completa das emendas apresentadas por deputado e município da nossa região.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Emendas dos deputados estaduais baianos ao orçamento 2012

Estamos aguardando a publicação das emendas parlamentares dos deputados ao orçamento estadual baiano.

Assim que elas forem publicadas faremos o levantamento das emendas dos deputados aos municípios da nossa região e comprovar se eles estão realmente fazendo valer os votos que receberam nas nossas cidades.

Aderbal Caldas foi desmentido em suas emendas para o município de Gandu, apesar de toda uma defesa exarcebada e sem escrúpulos de um blog ganduense.

Assim como Euclides Fernandes em Ipiaú, cidade onde obteve a terceira maior votação e não correspondeu em emendas no orçamento.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Deputado xerox

 

map_mesopotamia

É como pode ser chamado este tipo de deputado.

Ele faz um conjunto de emendas ao orçamento e depois só troca o nome das cidades beneficiadas e anexa ao orçamento.

Claro que ele tira uma ou outra, por exemplo, não cairia bem apresentar uma emenda de construção aquática onde não há rio ou mar.

E o que mais impressiona é que tem gente que quer posar de influente e dizer que foi por amizade que as emendas foram incluídas.

Quando chega no final do ano é que se descobre que tudo aquilo, foi apenas para sair bem na foto e depois dizer:

“Eu coloquei no orçamento, a culpa foi do governador que não liberou”.

Se somarmos todas as emendas apresentadas pelos deputados ao orçamento estadual 2011, chegaremos em valores absurdos de bilhões de reais.

Então, caberia aos deputados, serem mais honestos com a população e apresentar emendas reais e que possam ser realmente empenhadas e pagas.

Ah, um destes deputados que falamos, veio da Mesopotâmia.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Encerrando a polêmica das emendas.

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Apenas Política.

Este é o nome do blog e é APENAS disto que queremos tratar aqui.

Não entraremos em polêmicas que desviem o foco do assunto principal.

Seguiremos o que diz o poeta Pedro Paulo:

“Não joga pérola aos porcos, irmão, joga lavagem, eles preferem assim”…

Conforme publicamos anteriormente em nosso blog -se você não leu ou não se recorda pode clicar AQUI e AQUI para relembrar –, afimamos que o Dep. Aderbal Caldas não apresentou NENHUMA emenda em 2010 para o Orçamento-2011 beneficiando Gandu.

Publicamos e continuamos afirmando:

O Deputado Aderbal Caldas não apresentou NENHUMA emenda ao Projeto de Lei 18.865/2010 beneficiando a cidade de Gandu.

Se alguém conseguir nos provar o contrário, estamos aqui, prontos para publicar o que nos apresentarem, desde que seja de fontes fidedignas, assim como nós publicamos, baseados em informações do próprio site da ALBA (Assembléia Lesgislativa do Estado da Bahia).

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Você deve se perguntar porque eu estou falando apenas de Aderbal Caldas e não estou falando de outro deputados que tiveram votos em Gandu.

Estou citando Aderbal Caldas pelo único e simples motivo dele ter sido o candidato mais votado em Gandu, e por isso, ele deve mais ao povo ganduense que candidatos que tiveram menos de 1.000 votos.

Tenho minhas convicções políticas.

Mas não tenho NADA contra NENHUM político (exceto a turma do 13).

Acredito que política tem que ser feita com a cabeça e o coração, e não com o fígado e o bolso.