Nesta terça, Demóstenes esteve no Senado, mas não adiantou o que vai alegar na peça. Disse que seu advogado, Antonio Carlos de Almeida Castro, definiria ainda na tarde desta quarta a linha de defesa. “Vou conversar com o advogado amanhã [quarta-feira] e definir todo o resto [...] Ele é quem vai definir”, disse o senador. Gravações da Polícia Federal na Operação Monte Carlo apontam que o parlamentar teria usado o mandato para beneficiar Cachoeira, preso em fevereiro durante operação da Polícia Federal.
A defesa será entregue por escrito e será analisada pelo senador Humberto Costa (PT-PE), relator do caso no Conselho de Ética. Costa afirmou que pretende entregar seu parecer na semana que vem, após o feriado, no dia 2 ou 3 de maio. Depois, os integrantes do Conselho terão cinco dias úteis para analisar o parecer. Eles podem decidir pelo arquivamento do caso ou pelo aprofundamento das investigações.
Por Iara Lemos, G1
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