O Senador Álvaro Dias disse agora há pouco que a vitória de Serra seria boa para reestabelecer a correlação de forças no Barsil.
Pois do jeito que está, com a vitória de Dilma, “o Congresso vai continuar como está, agachado para o presidente”.
O Senador Álvaro Dias disse agora há pouco que a vitória de Serra seria boa para reestabelecer a correlação de forças no Barsil.
Pois do jeito que está, com a vitória de Dilma, “o Congresso vai continuar como está, agachado para o presidente”.
A coluna de Televisão do UOL, de Flávio Ricco, informa que "há uma crise, com consequências ainda imprevisíveis, no setor de novelas da Globo, em função dos critérios de escolha de suas próximas produções".
Sinopse de Walther Negrão, "ambientada no campo, mais precisamente na região do rio Araguaia", não foi aprovada e:
Alcides Nogueira foi chamado às pressas para bolar uma trama, com recomendações bem específicas: história contemporânea, mostrando o panorama rural de São Paulo pujante e com muito dinheiro.
Pode parecer estranho.
E é.
No final do governo FHC, o PT lutava por um aumento de 147% para TODOS os servidores públicos.
FHC comprometido com o futuro do Brasil, mesmo após seu candidato perder a eleição, não permitiu esse absurdo.
Pois bem, o PT ganhou a eleição, e em 2003, Lula deu um aumento(??) de 0,1%.
A pergunta que fica é a seguinte:
Se a candidata do presidente Lula perder a eleição, ele vai ter o mesmo compromisso com o Brasil ou vai jogar uma bomba no colo do próximo presidente??
Não é apenas o PT que está preocupado com a queda de Dilma Rousseff nas pesquisas. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB) também está.
Tanto é que convocou às pressas especialistas em pesquisa, do próprio Ibope, para entender o porquê da sua queda na sondagem divulgada anteontem pelo próprio Ibope, em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O governador paulista foi surpreendido pelos números.
A comparação entre a pesquisa de agora e os números divulgados pela mesma CNI em junho mostra que Serra caiu de 38% para 34%.
Os técnicos e o governador, no entanto, trabalham com um número maior, já que comparam os dados com o de outra sondagem do Ibope, mais recente, feita entre 29 de agosto e 1º de setembro por encomenda do PMDB.
Nela, Serra aparecia com 41%, Dilma Rousseff (PT) com 13%, Ciro Gomes (PSB) com 14%, Heloísa Helena (PSOL) com 9% e Marina Silva (PV) com 3%.
Em relação aos números divulgados ontem, portanto, Serra caiu sete pontos, Dilma, Ciro e Heloísa Helena se mantiveram no mesmo patamar e Marina Silva dobrou de tamanho, para 6%.
Fonte: FSP.
Na pesquisa CNI/Ibope que será divulgada na segunda-feira, uma novidade vai abalar de vez a candidatura Dilma.
Apesar de toda a exposição e campanha explícita feita pelo presidente Lula (cadê o TSE que não fala nada sobre a Legislação Eleitoral?), para sua candidata Dilma Rousseff, ela aparecerá desta vez em 3º lugar. Ciro Gomes vem segundo lugar.
A diferença entre Ciro e Dilma Rousseff está dentro da margem de erro e pode até nem existir, mas sua divulgação fará um enorme estardalhaço.
As cabeças pensantes do PT passam o final de semana estudando as desculpas a serem apresentadas e o que fazer para tentar virar o jogo eleitoral.
Ah, outro pequeno e incômodo detalhe para Lula/PT/Dilma, Marina Silva já começa a dizer a que veio, surgirá na pesquisa com 6% das intenções de voto.

O ano eleitoral vai se aproximando e, com ele, cresce o dilema tucano sobre o discurso a ser adotado em 2010. Se é verdade que o presidente Lula seguiu na política macroeconômica as bases deixadas pelo tucano Fernando Henrique Cardoso --metas de inflação, câmbio flutuante e superávit primário--, em seu segundo mandato o petista adotou um viés intervencionista, nacionalista e estatizante que não combina muito com o programa do PSDB.
O modelo do pré-sal, com forte presença do Estado na exploração dessa nova riqueza brasileira, foi apenas o último lance de um governo que demonstrou um forte apetite por interferir nos rumos da economia do mundo real. Intervenção que cruzou barreiras e levou o governo a ditar até o rumo de fusões de empresas no país, caso da Oi com Brasil Telecom, ou mesmo pressionar publicamente executivos que não estavam seguindo a linha desejada pelo Palácio do Planalto --Roger Agnelli, da Vale.
Para infelicidade ou não dos tucanos, esse movimento petista no segundo mandato de Lula, que lembra mais o modelo tradicional sempre defendido pelo partido do atual presidente, ocorreu antes, durante e deve se acentuar depois da pior crise financeira internacional desde 1929. Uma crise que elevou ainda mais, mundo afora, o peso do Estado na economia, dificultando a vida daqueles que sempre defenderam menos intervenção estatal.
Como, diante dessa nova realidade brasileira e mundial, calibrar o discurso na campanha eleitoral? Criticar esse modelo intervencionista e estatizante, que no curto prazo funciona bem, mas no médio e longo prazo tende a gerar ineficiências e reservas de mercados, pode representar perda de votos. Dentro do ninho tucano há quem diga que José Serra não seguiria extamente o mesmo caminho de Lula, mas também teria conduzido com mão de ferro a economia nesse período de crise. Mas assumir esse discurso tende a dar mais ganho eleitoral a Lula e sua candidata Dilma Rousseff.
O fato é que, até aqui, tucanos não estão indefinidos não apenas sobre quem será seu candidato _apesar de os ventos soprarem mais a favor de Serra, Aécio Neves segue no páreo. O PSDB ainda não sinalizou claramente o que pretende dizer aos eleitores em 2010. Voltando ao caso do pré-sal, ele retrata bem essa indefinição tucana. Até aqui, não se sabe muito bem o que pensam os líderes do PSDB sobre o tema.






Os jornais e blogs tem reverberado o que foi publicado no Blog do Noblat, sobre o provável pedido de demissão de Geddel Vieira do Ministério da Integração Nacional, que seria feito por Jaques Wagner ao presidente Lula. Leia Aqui.
Esta blog acha difícil, para não dizer impossível que isso aconteça.
Geddel Vieira é hoje um dos Cardeais deste "Novo PMDB".
Assim como foi feito com Sarney, terá que ser feito com todos os mais altos ungidos do partido.
Tudo o que eles pedirem, será aceito pelo presidente Lula.
Na tentativa de eleição de Dilma Roussef, o presidente Lula já acabou com a carreira política de Aloísio Mercadante (Escrevam, não será reeleito senador em 2010) e levou o PT ao buraco.



O Instituto Datafolha fez mais uma rodada de pesquisa à sucessão presidencial e que será divulgada na edição deste domingo (16) no jornal "Folha de S.Paulo"
A pesquisa mostra que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), mantém a liderança em todos os cenários que aparece.
A pesquisa foi feita com 5 cenários diferentes.
O Instituto ouviu 4.100 eleitores entre os dias 11 e 13 de agosto em 171 municípios do Brasil.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Cenário 1
Serra aparece com 37%, um ponto abaixo do levantamento anterior realizado há 3 meses.
Dilma Rousseff (PT) manteve os 16% registrados na pesquisa anterior.
Ciro Gomes (PSB) também manteve o percentual do levantamento anterior, 15%.
Heloisa Helena (PSOL) oscilou para cima e passou de 10% para 12% das intenções de voto.
Os votos brancos, nulos ou nenhum registraram 12% e 7% não souberam responder.
Cenário 2
Quando Marina Silva entra na pesquisa, Serra passa para 36% das intenções de voto, contra 17% de Dilma Rousseff e 14% de Ciro Gomes. Heloisa Helena aparece com 12% e Marina Silva, com 3%.
Brancos, nulos ou nenhum somam 11%. Não souberam 7% dos entrevistados.
Cenário 3
Quando o candidato do PSDB é o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), no lugar de Serra, Ciro é líder na disputa, mostra a pesquisa.
Ciro Gomes aparece com 23%, Dilma com 19%, Heloisa Helena com 17% e Aécio Neves com 16%. Brancos, nulos e nenhum são 16%. Não sabem 9%.
Cenário 4
Ainda com Aécio Neves pelo PSDB e a ex-ministra Marina Silva disputando contra Dilma, Ciro Gomes tem 21%, Dilma 19%, Heloisa Helena 17%, Aécio Neves 15% e Marina Silva, 3%.
Brancos, nulos e nenhum somam 16% e 8% não sabem.
Cenário 5
O Datafolha pesquisou um cenário improvável em que Serra e Aécio disputam a eleição.
Serra lidera com 32%.
Dilma aparece em segundo com 16%, Ciro 14%, Heloisa Helena 12% e Aécio, 10%. Brancos e nulos são 9% e 6% não sabem em quem votariam.

