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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Pesquisa IBOPE confirma que Dilma continua a cair



A pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira, 19, mostra que a tendência de queda da presidente Dilma continua.

Em comparação com os números da pesquisa anterior do mesmo instituto, de maio último, Dilma oscilou para 39% (tinha 40%), Aécio Neves (PSDB) subiu 1 ponto e atingiu 21%; Eduardo Campos (PSB) caiu 1 ponto de 11 para 10%. O pastor Everaldo (PSC) manteve os mesmos 3% de maio.

 A alta taxa de rejeição (43%), a avaliação do ótimo/bom do seu governo que caiu de 36% para 31%, e o ruim/péssimo saltou de 27% para 33%, além de 52% (era 47%) que disseram não confiar no governo são as piores notícias que a presidente Dilma poderia receber.






segunda-feira, 7 de maio de 2012

Voto feminino será “determinante” em 2012, diz revista especializada

Artigo publicado na última edição da revista “Campaigns & Elections” afirma que o eleitorado feminino será “determinante” na eleição para prefeitos deste ano. Um dos motivos é que as mulheres têm “relação próxima com os temas da cidade”, enquanto os homens teriam mais afinidade com “temas macro”.

Outro motivo é a vantagem numérica. Ao passo que o voto feminino completou 80 anos no Brasil em 2012, as mulheres também se tornaram a maioria do eleitorado. São 71,6 milhões (52% dos eleitores) contra 66,1 milhões de homens eleitores (48%), segundo os dados mais atuais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) referentes a marco de 2012.

Apesar disso, as mulheres ainda estão longe de ser maioria dos políticos com mandato no país. No mesmo nº da revista, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) observa que “as mulheres são 52% do eleitorado brasileiro, mas as deputadas federais apenas 9% da Câmara, as senadoras 10% e as deputadas estaduais, em média, têm presença de 12% nas Assembleias Legislativas”.

Foram publicados também depoimentos de outras políticas sobre os 80 anos do voto feminino. Deram opinião as prefeitas Micarla de Souza (PV-Natal) e Luizianne Lins (PT-Fortaleza), a deputada federal Manuela D’Ávila (PC do B-RS), a senadora Ana Amélia (PP-PR) e a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM) .

A “Campaigns & Elections” foi fundada em 1980 nos EUA. É uma publicação voltada para políticos e para quem os assessora. Sua versão brasileira estreou em dezembro de 2011 sob comando do publisher Bruno Hoffmann.

A última edição da revista está disponível na íntegra aqui. Além dos textos sobre o eleitorado feminino, a revista apresenta reportagem sobre pesquisas eleitorais com opiniões dos diretores de três grandes institutos nacionais, Datafolha, Ibope e Vox Populi. Há também uma entrevista com J.R. Duran, fotógrafo famoso pelas fotos que fez para a revista “Playboy”, mas que revela também trabalhar para políticos em campanha.


Por Fernando Rodrigues

terça-feira, 3 de abril de 2012

Uma notícia boa e outra ruim para ACM Neto, segundo sondagens do governo Wagner

Pesquisa “quentinha” para consumo interno encomendada pelo governo estadual traz duas notícias para o deputado federal ACM Neto, favorito na disputa pela Prefeitura de Salvador segundo sondagens encomendadas até pelos adversários.

A primeira, boa, é de que seu nome aparece – e muito bem colocado – para a sucessão do governador Jaques Wagner, em 2014.
A segunda é desagradável: tudo indica que ele sofrerá na campanha à Prefeitura com os respingos do escândalo envolvendo o senador democrata Demóstenes Torres (GO), o que exigirá de sua equipe, no mínimo, habilidade na definição de seu discurso político.

O levantamento atribui ao governador Jaques Wagner forte poder de transferência de votos em Salvador, mas em menor grau do que para a sua própria sucessão. Para 2014, em termos de prestígio para influenciar no voto do eleitorado, ele aparece, segundo os dados do governo, abaixo do ex-presidente Lula e acima da presidente Dilma Rousseff. “Isto significa que Wagner pode ajudar muito Nelson Pelegrino em Salvador”, diz um petista que teve acesso aos números.

Por: Raul Monteiro

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Será que eu não sei mais contar? Ou: Não eram apenas 5% que consideravam o Governo Lula ruim/péssimo?

 

images vox

Os “institutos” de pesquisa (??) sempre deram acima de 75% a “aprovação” do povo ao governo Lula, às vezes, beirando os 80%, e dizendo que "apenas” 4, 5% consideram o governo do “Cara” como ruim/péssimo.

Ora, a candidata-biombo Dilma Rousseff teve 56% dos votos e José Serra contou com 44%.

Mas, como assim, se os voxpopuliibopes da vida davam os elevadíssimos índices de “aprovação” do governo?

Das duas, uma:

Ou ele não conseguiu transformar sua popularidade em votos para o seu poste a sua candidata ou os números dos comerciantes de porcentagens sempre foram muito bem pagos, que é a aposta deste blog.

domingo, 10 de outubro de 2010

Pesquisa Datafolha – 2o Turno

 

A primeira pesquisa Datafolha do segundo turno sobre a disputa pela Presidência da República, publicada na edição de hoje, 10/10 do jornal “Folha de S.Paulo”, mostra a candidata do PT, Dilma Rousseff, com 54% dos votos válidos, e o candidato do PSDB, José Serra com 46%. Os votos válidos são obtidos excluindo-se brancos, nulos e indecisos.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Considerando-se os votos totais, a petista em 48%, e Serra, 41%. Brancos e nulos somam 4%, e indecisos, 7%.

No primeiro turno, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após a apuração, Dilma registrou 46,9% dos votos válidos contra 32,6% de Serra. Marina Silva, do PV, obteve 19,3% dos votos válidos.

Como todos os institutos, sem exceção, erraram no 1o turno, dando uma vantagem  inexistente para Dilma Roussef, então, este 2o turno ainda promete muitas surpresas.

domingo, 1 de agosto de 2010

Da série: Perguntar não ofende – II

 

O Vox Populi dá 8% de vantagem à Dilma em relação ao seu adversário, José Serra. O Ibope aponta 5%.

Enquanto isso, o Datafolha dá empate técnico.

Seria o Datafolha um instituto que estaria perdendo a credibilidade?

Cara ou Coroa?

cara ou coroa

Artigo escrito pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, publicado no jornal Zero Hora – 01/08/2010

Em pouco mais de dois meses escolheremos o próximo presidente. Tempo mais do que suficiente para um balanço da situação e, sobretudo, para assumirmos a responsabilidade pela escolha que faremos. É inegável que a popularidade de Lula e a sensação de “dinheiro no bolso”, materializada no aumento do consumo, podem dar aos eleitores a sensação de que é melhor ficar com o conhecido do que mudar para o incerto.

Mas o que realmente se conhece? Que nos últimos 20 anos melhorou a vida das pessoas no Brasil, com a abertura da economia, com a estabilidade da moeda trazida pelo Plano Real, com o fim dos monopólios estatais e com as políticas de distribuição de renda simbolizadas pelas bolsas. Foi nessa moldura que Lula pregou sua imagem. Arengador de méritos, independentemente do que diga (quase nada diz, mas toca em almas ansiosas por atenção), vem conseguindo confundir a opinião, como se antes dele nada houvesse e depois dele, se não houver a continuidade presumida com a eleição de sua candidata, haverá retrocesso.

Terá êxito a estratégia? Por enquanto o que chama a atenção é a disposição de bem menos da metade do eleitorado em votar no governo, enquanto a votação oposicionista se mantém consistente próxima da metade. Essa obstinação, a despeito da pressão governamental, impressiona mais do que o fato de Lula ter transferido para sua candidata 35% a 40% dos votos. Assim como impressiona que o apoio aos candidatos não esteja dividido por classes de renda, mas por regiões: pobres do Sul e do Sudeste tendem a votar mais em Serra, assim como ricos do Norte e do Nordeste, em Dilma. O empate, depois de praticamente dois anos de campanha oficial em favor da candidata governista, tem sabor de vitória para a oposição. É como se a lábia presidencial tivesse alcançado um teto. De agora para frente, a voz deverá ser a de quem o país nunca ouviu, a da candidata. Pode surpreender? Sempre é possível. Mas pelos balbucios escutados falta muito para convencer: falta história nacional, falta clareza nas posições; dá a impressão de que a palavra saiu de um manequim que não tem opiniões fortes sobre os temas e diz, meio desajeitadamente, o que os auditórios querem ouvir.

Não terá sido esta também a técnica de Lula? Até certo ponto, pois este quando esbraveja ou quando se aferra pouco à verdade, o faz “autenticamente”: sente-se que pode assumir qualquer posição porque em princípio nunca teve posição alguma. Dito em suas próprias palavras: “Sou uma metamorfose ambulante”. Ora, o caso da candidata do PT é o oposto (esta é, aliás, sua virtude). Tem opiniões firmes, com as quais podemos ou não concordar, mas ela luta pelo que crê. Este é também seu dilema: ou diz o que crê e possivelmente perde eleitores por seu compromisso com uma visão centralizadora e burocrática da economia e da sociedade, ou se metamorfoseia e vira personagem de marqueteiro, pouco convincente.
Não obstante, muitos comentaristas, como recentemente um punhado de brazilianists, quando perguntados sobre as diferenças entre as duas candidaturas, pensam que há mais convergências do que discrepâncias entre os candidatos. Será? As comparações feitas, fundadas ou não, apontam mais para o lado psicológico. O que está em jogo, entretanto, é muito mais do que a diferença ou semelhança de personalidades. O quadro fica confundido com a discussão deslocada do plano político para o pessoal e, pior, quando se aceita a confusão a que me referi inicialmente entre a situação de desafogo e bem-estar que o país vive e Lula, que dela se apossou como se fosse obra exclusiva sua. Se tudo converge nos objetivos e se estamos vivendo um bom momento na economia, podem pensar alguns, melhor não trocar o certo pelo duvidoso. Só que o certo foi uma situação herdada, que embora aperfeiçoada, tem a marca original do fabricante, e o duvidoso é a disposição da herdeira eleitoral de continuar a se inspirar na matriz originária. O candidato da oposição, este sim, traz consigo a marca de origem: ajudou a construir a estabilidade, a melhorar as políticas sociais e a promover o progresso econômico.

Não nos iludamos. O voto decidirá entre dois modelos de sociedade. Um mais centralizador e burocrático, outro mais competitivo e meritocrático. No geral, ambos oponentes levarão adiante o capitalismo. Estamos longe dos dias em que o PT e sua candidata sonhavam com o que Lula nunca sonhou: o controle social dos meios de produção e uma sociedade socialista. Mas estamos mais perto do que parece de concretizar o que vem sendo esboçado neste segundo mandato petista: mais controle do Estado pelo partido, mais burocratização e corporativismo na economia, mais apostas em controles não democráticos, além de maior aproximação com governos autoritários, revestidos de retórica popular.

A escolha a ser feita é, portanto, decisiva. Como tudo indica, o teatro eleitoral se está organizando para esconder o que verdadeiramente está em discussão. Há muita gente nas elites (vilipendiadas pelo lulismo nos comícios, mas amada pelos governantes e beneficiada por suas decisões econômico-financeiras) aceitando confortavelmente a tese de que tanto dá como tanto deu. Dê cara ou dê coroa, sempre haverá “um cara” para desapertar os sapatos. Ledo engano. Há diferenças essenciais entre as duas candidaturas polares. Feitas as apostas e jogado o jogo, será tarde para choramingar, “ah, eu nunca imaginei isso”. Melhor que cada um trate de aprofundar as razões e consequências de seu voto e escolha um ou outro lado. Há argumentos para defender qualquer dos dois. Mas que não são a mesma coisa, não são. E não porque num governo haverá fartura e noutro escassez, para pobres ou ricos. E sim porque num haverá mais transparência e liberdade que noutro. Menos controle policialesco, menos ingerência de forças partidário-sindicais. E menos corrupção, que mais do que um propósito é uma consequência.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Pesquisa Estadão/Rede Globo: Dilma 39%, Serra 34%, Marina 7%

 

Pesquisa Estadão/Rede Globo realizada pelo Ibope entre os dias 26 e 29 de Julho, em que foram ouvidos 2.506 eleitores com mais de 16 anos em 174 municípios, mostra a candidata Dilma Rousseff com 39% das intenções de voto. Seu principal adversário José Serra (PSDB) tem 34%. A senadora Marina Silva (PV) aparece com 7%.

Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, isso significa que a diferença permanece inalterada, já que na pesquisa anterior Dilma e Serra tinham ambos 36%, Marina aparecia com 8%.

Entre os outros candidatos - Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) -, nenhum alcançou 1% das intenções de voto. Os eleitores que responderam que votarão em branco ou nulo somaram 7% e os que se disseram indecisos, 12%.

A pesquisa foi encomendada ao Ibope pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 20809/2010.

Segundo turno

Na simulação de um provável segundo turno entre Dilma e Serra, o Ibope apurou que a petista teria 46% (considerando a margem de erro, tem de 44% a 48%) e Serra, 40% (de 38% a 42%). Votariam nulo ou em branco 6% dos eleitores. Os que se disseram indecisos somam 8%.

sábado, 24 de julho de 2010

Datafolha: Na Bahia, Wagner lidera

Segundo o Instituto Datafolha, Jaques Wagner tem 44% das intenções de voto, Paulo Souto, 23% e Geddel Lima, 12%.

Os candidatos Luiz Bassuma (PV) e Professor Carlos (PSTU) têm 1% cada um. Marcos Mendes (PSOL) e Sandro Santa Bárbara (PCB) não pontuaram. 13% dos eleitores não opinaram, e outros 6% disseram que votarão nulo ou em branco.

Com estes números, Wagner seria reeleito no primeiro turno, já que se a eleição fosse hoje, somados, os seus adversários alcançariam 37%.

Na pesquisa espontânea, em que o eleitor não vê a lista de candidatos, o governador tem vantagem ainda maior sobre os oponentes. Wagner é citado por 26% dos entrevistados, Souto tem 7%, e Geddel, 4% das menções.

Souto lidera o ranking de rejeição: 30% dos eleitores dizem não votar nele, 20% rejeitam Geddel, e 16% não admitem votar em Wagner.

Vox Populi ouviu 3.000 pessoas, Datafolha ouviu 10.905 pessoas. Qual o mais confiável?




Comentar pesquisa é algo muito complicado.

Paixões partidárias falam mais alto e acabam influenciando na análise correta dos números.

Blogs que apóiam este ou aquele candidato não podem ser levados em conta, justamente por achar que o instituto que coloca sua candidato à frente é o certo, enquanto o que não lhe dá números fávoráveis, é tachado de vendido e outros que tais.

Este fim de semana saíram duas pesquisas sobre as corridas presidencial e estadual.

O Instituto Vox Populi ouviu 3.000 pessoas em 219 municípios entre os dias 17 e 20 de Julho, enquanto o Instituto Datafolha ouviu 10.905 em 379 municípios entre os dias 20 e 23 de Julho.

A disparidade dos números é absurda.

O Vox Populi mostra Dilma Rousseff com 41% das intenções de voto, José Serra conta com 33% e Marina Silva, 8%, ou seja, a candidata do PT teria 8% de vantagem sobre José Serra, com uma margem de erro de 1,8%, para mais ou menos.

Já o Datafolha, mostra José Serra com 37%, Dilma Roussef, 36% e Marina Silva, 10%, configurando assim um empate técnico, já que a margem de erro é de 2%, para mais ou menos.

Quando nós nos debruçamos sobre as pesquisas dos institutos nas últimas eleições, acabamos chegando à conclusão que são muito mais confiáveis os números do Datafolha que os do Vox Populi.

A campanha ainda está no início, não começou a exposição dos candidatos na televisão. Após a primeira semana de exposição dos candidatos, teremos mais subsídios para uma melhor análise dos números.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Serra continua à frente nas pesquisas.

Realizada entre os dias 6 e 9 de fevereiro, mais uma pesquisa Ibope, desta feita contratada pelo Diário do Comércio registra uma vantagem de 11 pontos do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), sobre a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), no cenário que inclui também o deputado Ciro Gomes (PSB) na disputa presidencial.

Segundo dados da pesquisa, Serra tem 36% da preferência contra 25% de Dilma.

Como a margem de erros é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, Ciro aparece tecnicamente empatado com a pré-candidata do PV, Marina Silva. Ele tem 11%. Ela, 8%.

Quando Ciro é excluído da pesquisa, Serra alcança 41% das intenções de voto contra 28% de Dilma. Marina tem 10%.

Se o segundo turno fosse hoje, Serra venceria Dilma por 47% a 33%.

O Ibope ouviu 2002 eleitores em 144 cidades. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo 3196/20.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Cortina de fumaça

fumaça

A Gripe A espalhando-se rapidamente, e o Brasil tornando-se o pais com o maior número de mortos no mundo.

Pesquisa saindo do forno e indicando (mais uma vez) a queda da candidata do presidente.

O presidente viaja para os EUA para participar da reunião da ONU.

E “de repente” aparece o Manuel Zelaya dentro da Embaixada Brasileira em Honduras.

Se você está pensando que Lula sabia disso, ACERTOU.

Ou você tem ouvido falar algo na imprensa  sobre os 2 primeiros parágrafos deste post???

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Preocupação com queda nas pesquisas atinge PT e PSDB

 

Não é apenas o PT que está preocupado com a queda de Dilma Rousseff nas pesquisas. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB) também está.

Tanto é que convocou às pressas especialistas em pesquisa, do próprio Ibope, para entender o porquê da sua queda na sondagem divulgada anteontem pelo próprio Ibope, em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O governador paulista foi surpreendido pelos números.

A comparação entre a pesquisa de agora e os números divulgados pela mesma CNI em junho mostra que Serra caiu de 38% para 34%.

Os técnicos e o governador, no entanto, trabalham com um número maior, já que comparam os dados com o de outra sondagem do Ibope, mais recente, feita entre 29 de agosto e 1º de setembro por encomenda do PMDB.

Nela, Serra aparecia com 41%, Dilma Rousseff (PT) com 13%, Ciro Gomes (PSB) com 14%, Heloísa Helena (PSOL) com 9% e Marina Silva (PV) com 3%.

Em relação aos números divulgados ontem, portanto, Serra caiu sete pontos, Dilma, Ciro e Heloísa Helena se mantiveram no mesmo patamar e Marina Silva dobrou de tamanho, para 6%.

Fonte:  FSP.

sábado, 15 de agosto de 2009

Nova pesquisa sobre a sucessão presidencial - Datafolha


O Instituto Datafolha fez mais uma rodada de pesquisa à sucessão presidencial e que será divulgada na edição deste domingo (16) no jornal "Folha de S.Paulo"


A pesquisa mostra que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), mantém a liderança em todos os cenários que aparece.


A pesquisa foi feita com 5 cenários diferentes.


O Instituto ouviu 4.100 eleitores entre os dias 11 e 13 de agosto em 171 municípios do Brasil.


A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.


Cenário 1

Serra aparece com 37%, um ponto abaixo do levantamento anterior realizado há 3 meses.

Dilma Rousseff (PT) manteve os 16% registrados na pesquisa anterior.

Ciro Gomes (PSB) também manteve o percentual do levantamento anterior, 15%.

Heloisa Helena (PSOL) oscilou para cima e passou de 10% para 12% das intenções de voto.

Os votos brancos, nulos ou nenhum registraram 12% e 7% não souberam responder.

Cenário 2

Quando Marina Silva entra na pesquisa, Serra passa para 36% das intenções de voto, contra 17% de Dilma Rousseff e 14% de Ciro Gomes. Heloisa Helena aparece com 12% e Marina Silva, com 3%.

Brancos, nulos ou nenhum somam 11%. Não souberam 7% dos entrevistados.


Cenário 3

Quando o candidato do PSDB é o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), no lugar de Serra, Ciro é líder na disputa, mostra a pesquisa.

Ciro Gomes aparece com 23%, Dilma com 19%, Heloisa Helena com 17% e Aécio Neves com 16%. Brancos, nulos e nenhum são 16%. Não sabem 9%.


Cenário 4

Ainda com Aécio Neves pelo PSDB e a ex-ministra Marina Silva disputando contra Dilma, Ciro Gomes tem 21%, Dilma 19%, Heloisa Helena 17%, Aécio Neves 15% e Marina Silva, 3%.

Brancos, nulos e nenhum somam 16% e 8% não sabem.


Cenário 5

O Datafolha pesquisou um cenário improvável em que Serra e Aécio disputam a eleição.

Serra lidera com 32%.

Dilma aparece em segundo com 16%, Ciro 14%, Heloisa Helena 12% e Aécio, 10%. Brancos e nulos são 9% e 6% não sabem em quem votariam.