terça-feira, 24 de junho de 2014
Dilma insistiu para que eu fosse candidato, diz Sarney
O senador José Sarney (PMDB) disse nesta terça-feira, 24, que tanto a presidente Dilma Rousseff quanto o PT insistiram para que ele se candidatasse. Em entrevista ao programa Luiz Melo Entrevista, da rádio Diário FM de Macapá, Sarney disse "não ter dúvidas" de que contaria com o apoio da presidente caso decidisse continuar na vida pública. "A presidente Dilma insistiu muito comigo para que continuasse, para que eu fosse candidato, foi muito enfática nesse sentido. Ela procurou o presidente do PT para falar nesse sentido", disse Sarney.
Senador pelo Amapá, Sarney disse que a decisão de se aposentar e não concorrer à reeleição, anunciada formalmente ontem a aliados, deveu-se exclusivamente à sua idade e à condição de saúde dele e da esposa. "Não teve outra, nenhuma interferência se não essa. Ficar cumprindo pela metade minhas obrigações não é do meu feitio", disse, ao lembrar problemas de saúde que o levaram a se ausentar no Senado no ano passado e lembrando também que sua mulher passou por três cirurgias.
Sarney ressaltou que não decidiu pela aposentadoria por falta de capital político ou por medo de perder as eleições em outubro. "Tenho pesquisas na minha mão que me dão uma situação muito confortável, uma delas com 50,6% de preferência do eleitorado, portanto não tenho nenhuma dúvida de que não tem problema nenhum de eleição. O problema é que realmente com 84 anos, com a minha idade, a minha mulher doente, precisando do meu apoio principalmente agora, neste momento que nós estamos já bastante idosos, eu não posso deixar de ter presente esse fato."
O senador citou o seu "prestígio" em âmbito nacional e mencionou seu papel na Presidência, que ocupou de 1985 a 1990, quando "ajudou o país" no momento da transição democrática. "Tenho o meu prestígio e não deixo de ter até eu morrer", disse Sarney durante a entrevista.
Ele afirmou ainda que, mesmo afastado da vida pública, pretende se colocar "a serviço" do Amapá, Estado que disse estar em seu coração e no qual conquistou "carinho" e "respeito" dos eleitores. "Todo prestígio que tenho e parcela de liderança nacional vai ser colocada a serviço do Amapá como sempre foi", afirmou. Sarney citou ainda avanços do Estado, ao longo de seu mandato como senador, em especial em obras de infraestrutura.
(Ana Fernandes | Agência Estado)
Sarney anuncia a aliados - e divulga nota - que não vai disputar eleição
Aos 84 anos de idade, 60 deles dedicados à política, o senador José Sarney (PMDB-AP) comunicou a aliados que não vai se candidatar à reeleição ao Senado.
Sarney justificou a aposentadoria dizendo que pretende ficar mais tempo ao lado de sua mulher, Marli, que está doente e vive em São Luís, capital do Maranhão.
No entanto, pesou na decisão o cenário político desfavorável. Pesquisas locais mostram alta rejeição a Sarney no Amapá.
Nesta segunda-feira, 23, ele foi vaiado durante evento ao lado da presidente Dilma Rousseff, em Macapá. “Conversei hoje com a presidente Dilma e disse a ela que a situação está muito complicada. Acredito que não vou concorrer ao Senado”, disse Sarney ao presidente do PMDB do Amapá, o ex-senador Gilvan Borges.
Ex-ministro do Turismo e aliado próximo da família Sarney no Maranhão, o deputado federal Gastão Vieira (MA) também disse ter sido comunicado da desistência. No fim da tarde, a assessoria de imprensa do gabinete de Sarney divulgou uma nota, assinada pelo funcionário Cléber Barbosa, confirmando a decisão de não concorrer este ano.
“Essa decisão já estava tomada, comuniquei isso ao meu partido na semana passada. Entendo que é chegada a hora de parar um pouco com esse ritmo de vida pública que consumiu quase 60 anos de minha vida e afastou-me muito do convívio familiar”, disse o senador, segundo seu assessor.
“Para ele é muito bom, acho importante essa decisão. Cada vez que ele vai para lá (Amapá) é uma dificuldade”, afirmou ontem a governadora do Maranhão e filha do senador, Roseana Sarney. Segundo ela, a família o tem aconselhado a encerrar a vida pública. “Para mim, particularmente, está na hora”, afirmou ela.
domingo, 15 de abril de 2012
Internado, Sarney deve passar por cateterismo
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), deve passar por cateterismo na manhã de hoje. Exames mostraram alterações compatíveis com quadro de insuficiência coronária. A informação foi divulgada pelo Sírio-Libanês, em São Paulo, no qual Sarney foi internado ontem para exames após ter passado mal na noite anterior.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
No Maranhão pode. Na Bahia, não
Na sua cruzada imbecilizante, o presidente Lula deu provas de como acha que o povo é burro e ignorante (uns 55.752.529 dos brasileiros são).
Na semana passada, defendeu com unhas e dentes Sarney e sua gang que dominam o Maranhão há 50 anos.
E hoje, 10/12, fez loas à Jaques Wagner, sindicalista exportado pelo Rio de Janeiro à Bahia, que conseguiu ser eleito governador derrotando o grupo Carlista em 2006.
Ou seja, a oligarquia que apóia e até oferece know-how para as falcatruas do PT, pode existir e não é para ser contestada, afinal “foi o Lula que disse”, já a oligarquia que aponta os erros e roubos da gang petista, é para ser extirpada.
Eu até entendo o Lula.
Ele odeia concorrência…
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Nada como ter seu Senador de estimação
Leiam a nota abaixo. Comento depois
A defesa de alguns governadores eleitos e do próprio presidente do PSB e governador reeleito de Pernambuco, Eduardo Campos, da volta da cobrança da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF) repercutiu no Senado. O presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), disse hoje (5) que apesar de a presidente eleita, Dilma Rousseff, ter dito que não pensa em qualquer proposta neste sentido nada impede que o Congresso tome a iniciativa.
"Isso não impede que aqui dentro das casas do Congresso tenha a iniciativa parlamentar restaurando a CPMF", disse Sarney. Ele acrescentou que a primeira alteração neste sentido já foi apresentada pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE).
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Um governo como este do PT nada mais é do que um balcão de negócios.
Basta pagar que se compra o que/quem quiser.
Me lembra um filme baseado em um livro de Mario Puzo, no qual um senhor de certa idade dava ordens a um pessoa à sós, que repassava para outra também à sós e assim a ordem ia até a execução. Quando o executor era preso, não tinha como fazer a ligação com quem deu a ordem inicial.
Se não me engano, o nome do livro/filme é “O Poderoso Chefão”…
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
É muita desfaçatez
A Mesa Diretora do Senado autorizou nesta quinta-feira (24) o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), a acabar com 500 vagas efetivas que ainda não foram abertas.
Elas seriam ocupadas por aprovados em concurso público e se localizariam, na maior parte, na gráfica do Senado. Outras 500 vagas efetivas ainda aguardam preenchimento.
De acordo com o diretor geral da Casa, Haroldo Tajra,a medida é uma forma de a instituição reduzir custos. O ato que oficializa a extinção das vagas deve ser publicado ainda nesta tarde.
Segundo Tajra, atualmente o Senado conta com 9.500 funcionários. Desses, apenas 3.337 são efetivos.
O restante é ocupado por comissionados e terceirizados.
Contudo, o Senado ainda não tem uma posição sobre como reduzirá o número desses funcionários.
A Mesa Diretora da Casa também aprovou requerimento que autoriza seus membros e os líderes partidários possam remanejar para seus estados dois funcionários de seus gabinetes no Congresso. Dessa forma, a Casa vai arcar com as despesas com passagens aéreas.
PS. Ou seja, quem tem direito, não vai ter emprego. E quem tem padrinho, não precisa se preocupar.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Macaco senta no rabo e aponta o rabo alheio

Acusando que estão sentindo o estrago que Marina Silva vai fazer na campanha de Dilma Roussef, os petistas bradam aos 4 ventos que o PV é "o partido do Zequinha Sarney".
Mas e José Sarney, que Dilma fez o PT se ajoelhar para salvar a pele dele??
Isso eles "providencialmente" esquecem.
sábado, 22 de agosto de 2009
Ameaça de retirada de apoio a Dilma salvou Sarney

Ricardo Berzoini, presidente do PT, expôs a um grupo de congressistas e ministros petistas a estratégia que o partido adotaria para salvar José Sarney.
Disse que estava em jogo no julgamento do conselho a sustentação da candidatura presidencial de Dilma Rousseff.
O apoio do PMDB à candidata de Lula, disse Berzoini, não é fato consumado. Abandonando Sarney, o PT colocaria em risco o projeto.
Berzoini disse que expressava a opinião da direção do PT. Lorota. Seguia ordens de Lula. O presidente conversara reservadamente com Sarney.
Lula reunira-se também com Renan Calheiros, líder do PMDB e chefe da tropa de elite do presidente do Senado.
Sarney e Renan haviam se queixado da dubiedade do PT. Renan foi mais específico: dependeria do comportamento do petismo o apoio do PMDB a Dilma.
A reunião do CCBB serviu apenas para amarrar a estratégia definida nos dias anteriores. Berzoini prosseguiu:
O PT, disse ele, já dispõe de candidata e estratégia para a disputa de 2010. A oposição, ao contrário, está “dividida e sem rumo”.
A mídia, no dizer do presidente do PT, segue uma agenda anti-Lula: tenta grudar em Dilma a pecha de “mentirosa”, bate no PT e esconde as realizações do governo.
Diante desse cenário, concluiu Berzoini, é "essencial" manter a coesão do bloco governista e “segurar” o PMDB. Para isso, seria o PT, fiel da balança no conselho, teria de livrar a cara de Sarney.
O pano de fundo exposto por Berzoini fora tecido em conversas prévias dos ministros presentes ao encontro do CCBB.
São ministros filiados ao PT: a própria Dilma (Casa Civil), Tarso Genro (Justiça) e Luiz Dulci (Secretaria-geral da Presidência).
Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula, também tomou parte da conversa. Os auxiliares do presidente falaram pouco.
Os líderes do PT e do governo na Câmara –Candidato Vacarezza e Henrique Fontana—tampouco tinham muito a dizer.
O objetivo da reunião era o de acertar os ponteiros dos senadores do PT: Aloizio Mercadante e os três votantes do conselho: João Pedro, Ideli Salvatti e Delcídio Amaral.
Berzoini esmiuçou a estratégia. O partido providenciara um escudo para atenuar o desgaste eleitoral dos petês que livrariam a cara de Sarney.
Redigira-se uma carta do partido impondo aos senadores o voto pró-Sarney. O texto realçava a politização dos processos e recomendava o arquivamento.
Delcídio quis saber se a Executiva do PT aprovara o documento. Berzoini disse que não reunira a Executiva, mas ouvira os seus membros.
“E o Valter Pomar?”, inquiriu Delcídio, referindo-se a um dirigente petista de uma ala mais às esquerda.
Berzoini reproduziu a frase que ouvira de Pomar: “Ruim com Sarney, pior sem ele”. O líder Mercadante disse que exporia no conselho a sua opinião pessoal.
Uma posição que, dizia ele, era endossada pela maioria da bancada, contrária ao arquivamento em bloco das ações contra Sarney.
De resto, Mercadante levou à mesa uma ameaça. Terminada a sessão do conselho, renunciaria à liderança.
Berzoini, que já ouvira do líder o pretenso ultimato, respondeu com frieza. O exercício do posto de líder, disse ele, é “uma questão pessoal”.
Nem os ministros nem os congressistas presentes fizeram qualquer comentário. Definido o script, Berzoini fez uma segunda reunião.
Ali mesmo, no CCBB, dessa vez só com os senadores. Ficou combinado que caberia a Mercadante ler a carta do PT na abertura da reunião do conselho.
Acertou-se também que o líder realçaria a discordância pessoal e da bancada quanto ao arquivamento em bloco dos processos.
No dia seguinte, quarta-feira (19), João Pedro procurou Delcídio Amaral minutos antes do início da reunião do conselho: “O Mercadante não vai ler a nota”.
“Isso é uma palhaçada”, reagiu Delcídio, que transmitiu a novidade a Ideli. E ela: “Eu vou sumir, porque, se encontrar um jornalista, vou falar tanta merda!”
Coube a João Pedro ler a nota que Mercadante recusou-se a recitar, limitando-se a expressar, no microfone, a discordância dele e da bancada.
Chamados a votar, os três petês do conselho pronunciaram, longe do microfone, o “não” que livrou Sarney de 11 ações por quebra de decoro parlamentar.
Na mesma sessão, manteve-se no arquivo, com os votos do PT, a representação que o PMDB formulara contra o líder tucano Arthur Virgílio.
Seguiu-se uma reunião da bancada do PT. Delcídio e Idelli não deram as caras. Mercadante pôs o cargo à disposição.
Entre quinta e sexta, Mercadante protagonizaria a bazófia da renúncia que, anunciada como “irrevogável”, foi revogada depois de uma conversa com Lula.
O resgate de Sarney custou a humilhação do PT, a desmoralização de seu líder e a manifestação oportunista de um senador que já estava de saída da legenda, Flávio Arns: "O partido rasgou a página da ética".
Tudo isso num dia em que Marina Silva, ícone ambiental do petismo, bateu em retirada rumo ao PV.
Quanto ao apoio do PMDB à candidatura de Dilma, depende muito mais do desempenho da candidata e dos acertos que vierem a ser feitos nos Estados do que da vontade de Renan e Sarney.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
A Bahia mal representada no Senado
João Durval (PDT) e Antonio Carlos Magalhães Júnior (DEM) não apareceram para a votação que decidiu pelo arquivamento das denúncias e representações contra José Sarney (PMDB-AP) no Conselho de Ética do Senado.
Ambos os partidos decidiram pelo voto a favor da instauração dos processos.
Mas os senadores baianos preferiram ser omissos.
Eles tinham que votar a favor do partido, mas a con$ciência deles dizia outra coisa.
2010 é logo ali, os eleitores precisam guardar estas situações em suas mentes para poder votar em seus legítimos representantes.
Triste Brasil

O plenário do Conselho de Ética do Senado (??!!) arquivou definitivamente nesta quarta-feira (19) 11 ações contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
O presidente do Conselho de Ética, Paulo Duque (PMDB-RJ), já havia rejeitado as denúncias, mas houve recurso ao plenário do colegiado.
Com apoio de senadores de PMDB, PTB, PT e PC do B, foram rejeitadas três representações assinadas pelo PSDB, duas feitas pelo PSOL, quatro denúncias do líder tucano Arthur Virgílio e duas outras denúncias assinadas por Arthur Virgílio em parceria com Cristovam Buarque (PDT-DF).
terça-feira, 18 de agosto de 2009
É HOJE !!!
A ex-secretária da Receita Lina Vieira, falará hoje na Comissão de Justiça(??!!) do Senado.
Os senadores da bancada governista vão tentar (dês)qualificar Lina como“irresponsável”, por acusar a ministra-candidata sem exibir uma mísera prova.
Lina apareceu para a mídia ao vincular Dilma à fiscalização da Receita, insinuando que a ministra agira para proteger o presidente do Senado, pedindo-lhe que “apressasse” a ação fiscal que investiga os negócios da família Sarney.
Dilma nega peremptoriamente que tenha se reunido privadamente com a ex-secretária.
Lula repetiu o mantra de defesa da ministra. Acusou de Lina de “fantasiar”.
Nesta segunda (17), cobrou a exibição de provas, qualquer uma. Uma agenda basta.
A oposição também espera ansiosa que Lina leve hoje à comissão alguma coisa além de suas palavras.
Uma mínima coisa que dê consistência à sua acusação.
A convocação da ex-secretária da Receita deu-se devido ao cochilo do PT e à chantagem do PMDB, ambos não estavam na reunião em que foi aprovada a convocação.
Lina Vieira pode sair do depoimento como trator de Dilma ou asfalto do governo.
Vencendo a primeira hipótese, a oposição trama a convocação da ministra.
A SÚCIA tropa de Renan pode ajudar. Tudo vai depender da forma como o PT vai tratar José Sarney.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Collor em comparação esdrúxula

No seu discurso “à Nação”, Fernando Collor comparou as situações enfrentadas por ele mesmo e, agora, por José Sarney com a que Jesus Cristo viveu.
Collor disse em uma parte de seu discurso:
- Temos exemplos na história. O nosso Jesus Cristo foi levado à cruz, porque a turba optou por Barrabás, em vez de optar por Jesus.
E é exatamente o que está ocorrendo hoje no Brasil, os senadores estão preferindo o Barrabás-Sarney ao Jesus Cristo-Ética-no-Brasil...
sábado, 8 de agosto de 2009
A imagem diz tudo
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Tudo arquivado.!!!!!!

Paulo Duque (PMDB-RJ) presidente do Conselho de Ética do Senado, decidiu nesta sexta-feira(07/08) pelo arquivamento de mais sete ações que pediam investigações contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
Na quarta-feira, Duque já havia mandado arquivar 4 ações contra Sarney e 1 contra Renan Calheiros.
Ou seja, TODAS as ações foram arquivadas e não vão dar em nada.
E PORQUE SERÁ QUE EU NÃO ESTOU ESPANTADO????
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Seria cômico se não fosse trágico.
Hoje, a blogosfera petista defende Sarney com unhas e dentes...
Nada como um dia após o outro...
La dolce vita
Quem é ele??
Apenas o advogado de José Sarney.
Com isso, nota-se o grau de preocupação do presidente do Senado com os fatos envolvendo o seu nome.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Sarney discursa e diz que não sai.
Em discurso que está sendo realizado agora no Senado Federal, o senador José Sarney falou sobre a sua trajetória política, lembrando apenas os bons momentos, esquecendo-se de tudo de ruim que sempre o acusaram e com as mais variadas provas.
Falou que apesar das “infudadas” acusações que se mostram e provam na imprensa, vai continuar no comando da Câmara Alta do Congresso Nacional.
Resta saber o que o Conselho de Ética do Senado (em que 70% dos integrantes, sofrem algum tipo de processo) vai fazer agora.
Mas pelas palavras do seu presidente, o senador “calças curtíssimas” Paulo Duque (PMDB-RJ), não esperemos nada além do que o engavetamento das denúncias e representações ora apresentados.
Isso não é currículo, é FOLHA CORRIDA
Sarney e sua "Tropa de Choque": Renan, Collor, Wellington Salgado, Gim Argello e Romero Jucá
O Senador José Sarney envolvido em vários escândalos, não poderia estar melhor assessorado na questão.
Eis a "Tropa de Choque" do presidente do Senado:
Renan Calheiros (PMDB-AL) - Pagava pensão de sua filha com dinheiro de uma construtora.
Fernando Collor (PTB-AL) - Sofreu impeachment da presidência da República por esquema de corrupção,
Wellington Salgado (PMDB-MG) - Investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por sonegação fiscal e apropriação indébita previdenciária.
Gim Argelo (PTB-DF) - Várias acusações contra crimes de licitações, peculato, corrupção passiva e lavagem de bens
Romero Jucá (PMDB-RR) é alvo de ação por crime de responsabilidade e suspeito de compra de votos.



