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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Grupos acampam no Incra para cobrar reforma agrária na Bahia

Mobilização reúne integrantes do MST e outros três movimentos sociais.
Cerca de 14 ônibus com dois mil trabalhadores estão no CAB, em Salvador.


Membros de movimentos sociais ligados à questão da terra, um deles o MST, ocupam a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, na manhã desta segunda-feira (16).
A mobilização exige maior agilidade na reforma agrária e se propõe a lembrar os 16 anos do massacre do Eldorado de Carajás, completados na terça-feira (17), quando 21 trabalhadores sem-terra foram assassinados no estado do Pará.
Segundo a assessoria de imprensa do Incra, cerca de 14 ônibus estão parados nas imediações do CAB, com presença estimada de cerca de duas mil pessoas. O órgão relata que, até o final da manhã desta segunda-feira, nenhum líder entrou em contato com a superintendência do Incra.

"Hoje são 22 ocupações de terra em todo o estado. Estão aqui representantes de todas as regiões da Bahia. Protestamos contra o corte de 60% do orçamento do Incra, feito pelo governo federal", diz o representante da direção do MST na Bahia, Márcio Matos.
A pauta do grupo também aborda a atual estiagem baiana e, por isso, o protesto se estende ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), no CAB, onde os manifestantes também acampam.
"Já estamos com mais de 200 municípios em situação de emergência por conta da seca e isso também atinge os agricultores nos assentamentos. Cobramos uma política concreta nesse sentido", afirma Márcio Matos.
Integram a ação, além do MST, o Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD), a Pastoral Rural e da Coordenação Estadual de Trabalhadores Assentados e Acampados (Ceta).

Por G1 BA

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Dilma ignora Abril Vermelho e engessa o Incra

O Incra está quase parado. O motivo é o contingenciamento, desde a semana passada, de quase 70% dos recursos destinados ao custeio da autarquia. Um dos principais efeitos do corte, nos próximos dias, será uma brutal redução dos serviços de assistência técnica aos assentamentos da reforma agrária. Contratos já feitos terão que ser cancelados.

O mais curioso nessa decisão do governo da presidente Dilma Rousseff é o fato de ter ocorrido no meio do chamado Abril Vermelho – nome que o Movimento dos Sem-Terra (MST) dá à jornada de ações, com invasões de propriedades rurais e ocupações de edifícios públicos, que realiza todos os anos neste mês. A jornada é feita justamente para exigir do governo mais recursos para a reforma agrária.

Outro aspecto curioso é que a redução do custeio contraria a política da própria presidente. Ela tem indicado que prefere melhorar a produtividade dos assentamentos já existentes a criar outros. Mas sem assistência técnica, dizem assessores do Incra, não há como falar em produtividade.

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, que controla o Incra, está tentando convencer o pessoal da área do Planejamento a rever o corte. De maneira geral, não discorda da lógica geral do governo, de reduzir o custeio da máquina administrativa, exigindo que se torne mais eficiente, ao mesmo tempo que mantém os recursos para investimentos. O problema é que, no Incra, o custeio engloba rubricas fundamentais, como a assistência técnica. Em vez de gastar R$ 240 milhões neste ano com este tipo de serviço, o Incra só terá R$ 75 milhões, se o governo não mudar.

A preocupação mais urgente do MST, porém, é com o corte no Pronera – o programa de educação rural nos assentamentos. Muitos dos assentados que estão em universidades não poderão renovar suas matrículas se o corte não for revisto imediatamente.

Segundo o presidente do Incra, Celso Lacerda, não houve cortes no orçamento para aquisição de terras, construção de casas, obras de infraestrutura. O corte de 70% no custeio, porém, pode ter um impacto profundo no funcionamento da instituição.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

MST – Bandidagem legalizada

 

90112mst_abr04[1]

Eles invadem tudo o que querem, sem se preocupar com a lei.

Porque o MST não existe.

É isso mesmo, legalmente o MST não existe.

Não tem CNPJ, não é registrado em nenhum lugar.

Mas as ONGs ligadas a ele, recebem milhões e milhões de reais do governo federal.

Organização Não Governamental que sobrevive com dinheiro do governo, só mesmo no Brasil, mas isto é assunto para outro post.

Se eu juntar 10 pessoas, parar um caminhão em uma estrada e levar toda a carga, nós vamos presos e enquadrados no 288, 157…

Agora, se estivermos fantasiados de camisa vermelha, nós podemos alegar que “samos do movimentu social e tamos fazendo expropriação para manter o movimentu vivo”, à custa alheia, claro.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Os bandidos já anunciaram que vão cometer crimes. E a Justiça, calada…

 

la_mafia

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) anunciou uma nova onda de ocupações no estado de São Paulo. Chamada de "Janeiro Quente", ela terá início a partir da segunda quinzena de janeiro, sem prazo para terminar. O objetivo é ocupar pelo menos 50 propriedades rurais nas regiões do Pontal do Paranapanema, Alta Noroeste, Noroeste e Alta Paulista.

O anúncio foi feito neste sábado pelo líder da ala dissidente do MST, José Rainha Júnior, após encontro com 1,5 mil líderes sem-terra, que se reuniram num circo armado no bairro rural de Engenheiro Taveira, em Araçatuba, a 535 km DCE São Paulo. Nas ocupações, o grupo de Rainha, que controla 12 acampamentos com 2,5 mil acampados, vai contar com ajuda de outros grupos de luta pela terra, como Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MTST), União dos Trabalhadores da Terra (Uniterra), Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST) e sindicatos de trabalhadores rurais ligados à Central Única do Trabalhador (CUT), que também anunciaram participação nas ocupações. 

A nova onda foi discutida e debatida nos acampamentos e assentamentos do MST nas últimas semanas. A intenção dos sem-terra é reivindicar para reforma agrária uma área de 92,6 mil hectares, na região do Pontal do Paranapanema, cujas terras foram consideradas devolutas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e por isso, no entendimento deles, devem ser destinadas para reforma agrária. Na gleba, chamada de 15º Perímetro, entre os municípios Teodoro Sampaio e Euclides da Cunha, estão instaladas dezenas de propriedades produtivas. 

Usina

Além das fazendas, uma usina de açúcar e álcool da ETH Bionergia, do grupo Odebrecht, está dentro da gleba. "Esta usina está em terras consideradas devolutas pela Justiça e terras devolutas são para reforma agrária", afirmou declarou Rainha Júnior. Mas ele garantiu que o movimento não vai paralisar a linha de produção da usina. "Não sou louco de paralisar 3 mil empregos diretos", disse. 

A ideia, segundo ele, é montar acampamento próximo da usina e chamar para negociação governos estadual e federal, donos da usina e MST. "Vamos propor que, em troca daquela área que eles ocupam ilegalmente, apresentem outra área para reforma agrária", diz. A mesma proposta, segundo ele, será feita aos fazendeiros da região, mas estes não ficarão livres das ocupações.

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Isto será feito para tentar ofuscar o início do Governo Alckmin em SP.

Ou existe outra explicação??

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Eu fico a imaginar



Se todos estes fatos que aconteceram e acontecem no Brasil desde 2003, tivessem como Presidente da República, qualquer outra pessoa que não Lula ou alguém de "Esquerda"(discurso mais velho, impossível), como estariam reagindo MST, UNE, CUT e seus asseclas???