O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto
Carvalho, afirmou nesta quinta-feira (19) que o governo não tem com o
que se preocupar em relação à CPI mista aberta pelo Congresso Nacional
que irá investigar as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com
agentes públicos e privados. Preso desde fevereiro, ele é suspeito de
chefiar esquema de jogo ilegal.
Carvalho – um dos principais interlocutores do Palácio do Planalto – afirmou que este é "um assunto restrito ao Legislativo".
"O governo não tem com o que se preocupar a não ser em cumprir o nosso
papel, que é trabalhar, produzir, conduzir o país. O Legislativo cuida
da pauta dele e nós cuidamos da nossa e vamos seguindo assim", afirmou.
O ministro conversou com a imprensa após participar da abertura do Seminário Nacional Modelo Energético, no Palácio do Planalto.
Nesta quinta, o primeiro-secretário do Congresso Nacional, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), leu o requerimento que pede a CPI, que oficializa sua criação. Na próxima terça (24), haverá nova sessão do Congresso Nacional (que reúne deputados e senadores) para que seja feita a instalação da CPI. Nessa sessão, serão oficializados os nomes dos titulares e suplentes da comissão.
A CPI terá seis meses para investigar os fatos, mas o período pode ser prorrogado. Uma comissão de inquérito tem poderes para pedir quebra de sigilo fiscal e telefônico. Ao final, um relatório sobre a investigação será encaminhado para o Ministério Público Federal, que poderá tomar medidas judiciais cabíveis nas áreas cível ou criminal.
Carvalho – um dos principais interlocutores do Palácio do Planalto – afirmou que este é "um assunto restrito ao Legislativo".
O ministro conversou com a imprensa após participar da abertura do Seminário Nacional Modelo Energético, no Palácio do Planalto.
Nesta quinta, o primeiro-secretário do Congresso Nacional, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), leu o requerimento que pede a CPI, que oficializa sua criação. Na próxima terça (24), haverá nova sessão do Congresso Nacional (que reúne deputados e senadores) para que seja feita a instalação da CPI. Nessa sessão, serão oficializados os nomes dos titulares e suplentes da comissão.
A CPI terá seis meses para investigar os fatos, mas o período pode ser prorrogado. Uma comissão de inquérito tem poderes para pedir quebra de sigilo fiscal e telefônico. Ao final, um relatório sobre a investigação será encaminhado para o Ministério Público Federal, que poderá tomar medidas judiciais cabíveis nas áreas cível ou criminal.
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