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terça-feira, 3 de abril de 2012

Detalhes: PF diz ter sido acionada para investigar deputado Roberto Carlos por COAF

Seis dos oito servidores fantasmas lotados no gabinete do deputado Roberto Carlos (PDT) confessaram ter recebido salário da Assembleia Legislativa e depois transferido parte ou a totalidade para a conta de familiares do deputado. Em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, na sede da Polícia Federal, para explicar a operação Detalhes, o superintendente regional da PF em exercício, Daniel Veras, afirmou que todos estão sendo interrogados pelos agentes de Juazeiro.

De acordo com o superintendente, a Polícia Federal foi acionada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda, que examina e identifica ocorrências suspeitas de atividade ilícitas relacionadas à lavagem de dinheiro. Doze mandados de busca e apreensão foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. Dez foram cumpridos em Juazeiro e dois em Salvador. Sessenta agentes participaram da operação simultaneamente em Salvador e Juazeiro.

“O relatório do COAF identificou uma movimentação financeira fora dos padrões das pessoas ligadas ao deputado. Elas recebiam o salário e transferiam para as contas do parlamentar, da esposa e filhos dele, além de outros parentes. Seis confessaram que recebiam dinheiro do Legislativo, inclusive uma delas trabalhava no SAC de Juazeiro, mas estava lotada na Assembleia Legislativa”, afirmou Veras.

Por: Emerson Nunes - Política Livre

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Os fantasmas se divertem

 

fantasmas_se_divertem

 

Segundo informações, o diretor do RH da prefeitura de uma cidade do Sul Baiano poderia ser chamado de Tim BurtoN.

Para quem não sabe, Tim Burton é o diretor do filme “OS FANTASMAS SE DIVERTEM”.

E As diárias de alguns apaniguados, beIram as raias do aBsurdo…

O Alcaide maIs que dobra o salÁrio por conta das diárias.

Lei contra Nepotismo?

Lá não chegou ainda…

terça-feira, 2 de março de 2010

Governo “maquia” PAC para alavancar candidata do PT

maquiagem

Maquiagem camufla os atrasos nas obras do PAC

Obras têm prazo estendido de um balanço a outro e aparecem como dentro do prazo.


Há casos em que conclusão fica para próximo governo, de fatiamento da obra para que parte ocorra no prazo e de sumiço de obra atrasada

O governo federal maquiou balanços oficiais para encobrir um mega-atraso nas principais obras do PAC. Três de cada quatro ações destacadas no primeiro balanço do programa não foram cumpridas no prazo original.
Lançado em 2007 com o objetivo de impulsionar a economia, o Programa de Aceleração do Crescimento é usado hoje pelo presidente Lula para certificar o que seria a capacidade de gerenciamento da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Pré-candidata ao Planalto, foi apelidada por Lula de "mãe do PAC".
No início do mês passado, Dilma comandou a divulgação do balanço de três anos do programa afirmando que 40% das ações previstas haviam sido cumpridas até aquele momento. Nas principais obras, apontava conclusão de 36%.
Mas esse documento oficial, fartamente ilustrado, passa ao largo dos gargalos de calendário: nele é divulgada uma profusão de carimbos verdes com a palavra "adequado" para cada uma das principais obras, com pequenas exceções de carimbos amarelos ("atenção") e vermelhos ("preocupante").
A maquiagem das informações fica evidente em consultas ao primeiro balanço oficial do PAC, de maio de 2007, e aos oito seguintes. Neles, descobre-se que muitas das obras que ostentam o carimbo verde passaram por uma revisão de metas e tiveram o seu prazo de conclusão dilatado, sendo que, para algumas delas, o desfecho foi postergado para a próxima gestão.
Isso sem que o governo fizesse menção, de um balanço a outro, à mudança dos prazos. Além da manutenção do carimbo verde em obras com cronograma estendido, os balanços oficiais exibem outras manobras de maquiagem.
Uma delas consiste no fatiamento da obra para que a conclusão de ao menos parte da ação ocorra no prazo. Outra mantém prazo de entrega, mas troca o objeto: em vez de conclusão da obra física, a meta passa a ser só "entrega do projeto".
Além disso, há casos de a ação atrasada simplesmente desaparecer nos balanços seguintes.
O primeiro balanço oficial do PAC se refere ao quadrimestre que vai de janeiro a abril de 2007. Destaca 76 grandes obras e ações, todas com metas estabelecidas. Ao confrontar esse documento com os balanços seguintes -principalmente com o último, o de três anos do programa-, constata-se que 75% dessas obras (57) sofreram atraso no cronograma, sendo 11 delas empurradas para o próximo governo, que assume em janeiro de 2011.
Desse montante de 57 ações que não cumpriram a meta inicial, 38 ainda estão em andamento. Novos cronogramas apontam atraso médio de um ano e meio em relação ao prometido em 2007, mas nos balanços o governo reserva carimbos amarelo e vermelho para apenas seis (16%) delas.
O governo sustenta que o sistema de carimbos é só um referencial para o risco de execução das obras e atribui os atrasos a fatores como chuvas, problemas na emissão dos licenciamentos e adaptações nos projetos.
Entre as obras que o governo prometeu e entregou no prazo estão a Usina Hidrelétrica Salto Pilão (SC), a Petroquímica Paulínea (SP) e o campo de Frade, na bacia de Campos.
Ao lançar a pré-candidatura de Dilma no congresso do PT, no mês passado, Lula elogiou a condução do PAC. "Posso dizer que nunca antes na história do país houve programa de investimento em infraestrutura tão organizado, tão discutido e tão planejado como nós fizemos o PAC."

 

Levantamento realizado por:

EDUARDO SCOLESE
RANIER BRAGON
FSP - SUCURSAL DE BRASÍLIA

Original aqui: PAC Maquiado - Folha de São Paulo

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

PAC do CACAU. Hein? O que? Alguém viu???




Em maio de 2008, o presidente Lula veio até a Bahia e como sempre faz, "lançou" para a imprensa e os desavisados mais um PAC.

Aqui foi o PAC do Cacau.

Lá se vão 16 meses.

Se você perguntar pro povo, vai ouvir "DINHEIRO TEM, POIS O LULA VEIO AQUI E DISSE".

Só que até hoje, NENHUM contrato foi assinado pelos produtores com base nas linhas do programa.

Tudo porque não existe definições de como esse "PAC" vai funcionar.