Durante o período em que Fernando Henrique Cardoso ocupou a Presidência da República, o procurador Luiz Francisco Fernandes de Souza encontrava um corrupto por semana, mas desde o dia da posse de Lula, em 01/01/2003 não viu mais nenhum. Está há seis anos e meio fora do noticiário político-policial que frequentava com assiduidade e entusiasmo.
Acabou a corrupção no Brasil??
Atualmente, Luiz Francisco quer distância de barulhos. Enquanto a gang, quadrilha, a turma de apoio de Lula no Senado pedia empregos e faz(ia) uso de atos secretos em benefício próprio, ele fazia pedidos de licença remunerada. Todos atendidos.
Luiz Francisco cancelou a filiação ao PT em 1995, 20 dias antes de assumir o cargo de procurador regional do Distrito Federal. Ele disse à época: ”A militância é incompatível com o cargo”.
O Brasil viu que na prática, a teoria não funcionava: Militou com maior aplicação quando estava no cargo, que quando fora dele.
Convencido de que no governo do PSDB o que mais havia era “bandido” e que ninguém queria apurar os “crimes”, “trabalhava” incansavelmente produzindo denúncia sobre denúncia.
Decidido a derrubar tudo que fosse contra o PT, terminou por fazer várias vítimas inocentes com suas denúncias fantasiosas.
O alvo preferido e que mais vezes foi atacado pelo “paladino-da-moral-e-da-justiça” foi Eduardo Jorge Caldas Pereira, secretário-geral da Presidência da República no governo FHC.
Recentemente, o Conselho Nacional do Ministério Público reconheceu formalmente que Eduardo Jorge, enfim absolvido das denúncias improcedentes, foi perseguido por motivos políticos e condenou o perseguidor a 45 dias de suspensão.
Luiz Francisco alega que o caso prescreveu. Não conseguiu provar nenhuma das inúmeras acusações que fez a Eduardo Jorge.
Que a História dê a esse “cidadão” o devido lugar que ele merece.
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