A frase dita pelo traficante Fernandinho Beira-Mar quando acabou com seus principais rivais na rebelião no presídio Bangu 1, em 2002, pode ser cantada hoje à noite, eu um local um pouco (mas muito pouco mesmo, desde o mesmo 2002) diferente.
Se conseguir que os seus principais adversários no Senado Federal não se reelejam, o presidente Lula pode cantarolar tranquilamente o mesmo refrão.
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